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25 anos do título do Bruscão: conheça o torcedor que viu o título e menino que sonha com o bi

Principal conquista do clube completa 25 anos nesta quarta-feira, 13

25 anos do título do Bruscão: conheça o torcedor que viu o título e menino que sonha com o bi

Principal conquista do clube completa 25 anos nesta quarta-feira, 13

Há exatos 25 anos, o Brusque Futebol Clube alcançava seu maior feito, até hoje não repetido, dentro do cenário do esporte estadual. O time de Palmito, Solis, Washington, Cláudio Freitas e companhia erguia a taça de campeão catarinense pela primeira vez, apenas cinco anos após a fundação do clube e quatro anos depois de sua primeira competição oficial.

O estádio estava completamente lotado, e os que viram o então novo clube – que completou 30 anos em 2017 – derrubar o poderoso Avaí no Augusto Bauer ainda estão cheio de histórias para contar. Já quem não era nascido no ano que o Bruscão viveu seu auge ainda tem esperanças de assistir o bicampeonato e também poder dizer que viu o clube ser campeão catarinense.

Viu da geral
Evandro Hochsprung era um adolescente de 16 anos, apaixonado pelo esporte, quando conseguiu comprar o sonhado ingresso para a final do Campeonato Catarinense de 1992. Ele era mais um no meio de milhares de brusquenses que estavam no Augusto Bauer.

Segundo explica o torcedor, que até hoje frequenta as partidas do Bruscão, – agora na companhia da família -, todos os caminhos levavam ao Gigantinho naquele 13 de dezembro. “A cidade estava entusiasmada com aquele momento que o Brusque vivia. Apesar da derrota no primeiro jogo lá na Ressacada, nós acreditávamos que era o momento do Brusque Futebol Clube”.

Hocshprung tomou um espaço que hoje não é mais possível de ficar, uma geral do lado direito de quem entra no estádio, próximo às placas de publicidade. Após o apito final do árbitro, ele lembra que, por meio de um furo na tela por trás do gol de Carlos Alberto, o grupo conseguiu invadir o campo para comemorar junto com o time.

Ele relembra o fato curioso e que, no futebol moderno e regrado de atualmente, parece difícil de acreditar. “O gol da prorrogação saiu aos 12 minutos, e aos 14 estávamos invadindo o campo. O árbitro não tinha mais o que fazer, a não ser apitar o fim do jogo. Se isso acontecesse nos dias de hoje, acredito que nem seríamos campeões por causa disso, mas foi assim que aconteceu”.

O sonho do bi
Celso Imianosky Neto nasceu quando o principal título do Brusque já completava 18 anos. Mas, nem por isso, deixou de comprovar sua paixão pelo quadricolor: no aniversário de sete anos, fez uma festa temática do clube. A paixão pelo time move o pequeno torcedor a acreditar no bicampeonato estadual.

Os pais, Maindra Imianosky e Alexsandro Imianosky, além da irmã Marieli Imianosky, deram todo o apoio para que Celso acompanhasse o Bruscão. Na final da Copa Santa Catarina, ele entrou com o time, ao lado do zagueiro Maurício.

O gosto pelo time da cidade acompanhou o interesse pelo futebol. “Ele gostava de esporte, e na quadra do nosso prédio sempre tinham crianças brincando que convidava ele para jogar também. Foi aí que começou o gosto por futebol, sendo que hoje ele joga pelo time da escola”, explica Maindra.

A ideia da festa temática partiu do próprio Celso, depois que a mãe perguntou qual o tema queria que fosse sua festa. Segundo explicam os pais, Celso espera os melhores resultados para o time. “Ele pergunta quando o Brusque vai jogar contra o Corinthians de novo. Para ele, o Brusque sempre vai ser o melhor time”, explica Alexsandro.

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