Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

A verdade que incomoda: transgênero

Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

A verdade que incomoda: transgênero

Sérgio Sebold

A obra do Criador se estabeleceu sobre dois “parâmetros” para se reproduzir e perpetuar: um indivíduo “macho” e outro “fêmea”. Dois seres distintos, mas que devem se unir, para que a reprodução pudesse ocorrer. Esta é a regra para todos os seres vivos neste planeta seguirem, inclusive o mais evoluído e único que obteve a revelação: o homem; é o único ser imortal em espírito, coparticipantes da obra divina. Como todos os seres vivos, a perpetualidade da vida humana se estabelece universalmente pela regra rígida natural, “nascer, procriar e morrer”.

Uma família do Canadá teve meninos gêmeos, com nomes de Bruce e Brian. Aos sete meses os pais os levaram para uma clínica para serem circuncidados por dificuldade de urinar, através de uma cirurgia recém-desenvolvida. Por acidente os médicos queimaram completamente o “pintinho” de Bruce.

Diante desse inusitado acontecimento, levaram os meninos ao Dr. John William Money, famoso pelas suas teorias da “fluidez de gênero”, na década de 1960, para encontrar uma solução; foi a oportunidade para aquele pesquisador provar suas teorias da “fluidez de gênero”, isto é, o comportamento do ser humano é regido pela educação como ser homem ou mulher e não pelo sexo biológico dado ao nascer. Com 17 meses foi acordado que Brian seria um menino normal e Bruce seria menina de agora em diante com novo nome de Brenda após delicada operação “transgênera”. Toda a socialização da infância foi criada como menina em todos os sentidos. Este detalhe da mudança foi mantido em segredo pelos pais.

Entretanto, quando “Brenda” chegou a sua puberdade, começou apresentar pensamentos suicidas; não se sentia feliz com sua condição feminina mesmo com aplicações hormonais. Seu comportamento em nada correspondia ao de uma menina. Diante das baboseiras do doutor, os gêmeos não quiseram mais serem entrevistados após os 15 anos para as observações “científicas” do desenvolvimento e comportamento dos gêmeos, para comprovar suas teorias. Diante desta realidade, os pais foram obrigados a revelarem a verdade, contra vontade do doutor; foi um terremoto mental para os meninos, particularmente para “Brenda” que biologicamente era homem. “Brenda” abraçou prontamente sua identidade masculina, sendo necessário várias cirurgias reparadoras e hormônios para a nova identidade que assumiu com o nome de David. Posteriormente casou-se com uma mulher real e adotou os três filhos dela, pois não mais poderia gerar filhos; depois de 14 anos casados se divorciaram; ambos os irmãos acabaram numa profunda depressão. Para encurtar, em 2002 Brian morreu de overdose, e em 2004 o novo David, se suicidou com 38 anos.

Esta história verídica divulgada pela BBC põe por terra toda a “ideologia de gênero” que a banda pedago/ideológica do MEC quer impor nas escolas públicas através de livros “didáticos”.

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