Acesso à Cachoeira dos Gracher é bloqueado em Brusque; entenda o motivo

Reportagem conversou com uma representante da família proprietária

Acesso à Cachoeira dos Gracher é bloqueado em Brusque; entenda o motivo

Reportagem conversou com uma representante da família proprietária

A Cachoeira dos Gracher, localizada no fim da rua Edgar Von Buettner, no bairro Bateas, em Brusque, não está mais acessível ao público.

O espaço, que sempre foi de propriedade privada da família Gracher, teve o acesso totalmente fechado após anos de uso irregular por visitantes.

A queda d’água é frequentemente confundida com a Cachoeira da Buettner, que fica a cerca de 650 metros dali, mas pertence a outro terreno. Apesar da proximidade e da paisagem semelhante, os locais não têm relação entre si.

A área dos Gracher abriga um pequeno complexo de cachoeiras cercado por vegetação, com uma piscina natural logo após a queda e até uma faixa de areia que lembra praia.

Decisão necessária

Segundo Gisela Gracher Stieven, representante da família proprietária, o fechamento foi uma medida tomada após sucessivas tentativas de lidar com o uso indevido do espaço.

“Ela nunca foi pública, porém, de uns anos para cá, ela vem sendo utilizada pelo público em geral, que descobriu um espaço para tomar banho. Inicialmente era uma ou outra situação, mas ficou bem complicado. Os moradores entravam em contato direto conosco para que a gente tomasse alguma providência”, explica.

Com o aumento do fluxo, vieram também problemas como lixo acumulado, desrespeito ao espaço privado e risco de acidentes. A família chegou a estudar alternativas, mas nenhuma garantia o controle necessário. A decisão, segundo a representante da família, foi necessária.

“Uma simples cerca todo mundo ia passar. Então, a gente tomou uma medida mais drástica de realmente fechar o acesso por completo (…) para que, se houver acesso, a gente possa responsabilizar de forma adequada”, afirma Gisela.

Com o apoio de moradores da região, a família instalou um bloqueio reforçado para impedir totalmente a entrada. O objetivo é preservar o terreno, evitar riscos legais e encerrar os transtornos que vinham se acumulando.

Sobre o futuro da área, Gisela informou que o terreno está à venda por meio de uma imobiliária do município.


Assista agora mesmo!

Saiba quais foram as primeiras serrarias de Guabiruba:


Colabore com o município
Envie sua sugestão de pauta, informação ou denúncia para Redação colabore-municipio
Artigo anterior
Próximo artigo