Às vésperas da COP30 no coração da Amazônia, a urgência de soluções para o calor extremo se torna o foco central do debate sobre a Adaptação Climática. A Smart Air Climatizadores Evaporativos insere-se na agenda global da ONU, destacando-se como a resposta brasileira para o Compromisso Global de Resfriamento, uma iniciativa que busca reduzir o impacto ambiental dos sistemas de resfriamento.
O dilema é claro: o aumento das ondas de calor exige mais climatização, mas os aparelhos tradicionais de ar-condicionado utilizam gases refrigerantes (HFCs) que possuem um potencial de aquecimento global até milhares de vezes maior do que o CO2, além de consumirem grandes quantidades de energia, sobrecarregando a matriz elétrica.
A tecnologia evaporativa da Smart Air, que resfria o ar utilizando apenas o processo natural de evaporação da água, resolve este paradoxo, alinhando-se perfeitamente aos critérios de Mitigação (redução de emissões) e Adaptação (resiliência ao calor).
“A COP30 em Belém coloca o Brasil no centro do debate sobre como sobreviveremos a um planeta mais quente. O dilema é: o mundo vai se resfriar usando a tecnologia do passado, que é cara e polui, ou vai abraçar a inovação? A Smart Air prova que o conforto térmico é um direito que pode ser sustentável. Não usamos sequer um grama de gás refrigerante e garantimos uma economia de energia que chega a 90%”, afirma Rafael Barbosa, CEO da Smart Air Climatizadores Evaporativos.
A Smart Air Climatizadores destaca-se por dois pilares fundamentais para a agenda climática:
Eliminação de Gases Poluentes: O sistema não emite gás refrigerante, evitando a emissão dos HFCs, gases poderosos que contribuem diretamente para o efeito estufa, um tópico crítico nas negociações internacionais sobre o clima.
Eficiência Energética Estratégica: Em regiões de calor constante como a Amazônia e o Nordeste, o climatizador evaporativo consome até 90% menos eletricidade do que sistemas de refrigeração equivalentes, aliviando a demanda sobre a rede elétrica e reduzindo drasticamente as emissões indiretas de CO2 da geração de energia.
“É a nossa contribuição brasileira para o Compromisso Global de Resfriamento da ONU: temos a tecnologia para nos adaptar ao calor extremo sem emitir mais CO2 ou sobrecarregar a rede elétrica,” complementa Barbosa.




