Assaltante é condenado a oito anos de prisão por assalto a lotérica

Adalberto Alves cometeu o crime no ano passado, em companhia de um adolescente

Assaltante é condenado a oito anos de prisão por assalto a lotérica

Adalberto Alves cometeu o crime no ano passado, em companhia de um adolescente

Adalberto Pena Alves, de 31 anos, foi condenado a cumprir mais de oito anos de reclusão, em regime fechado, por ter cometido um assalto na lotérica Regilli, localizada no bairro Dom Joaquim. O crime, ocorrido em 22 de outubro de 2014, teve a participação de um menor de idade. Adalberto foi preso em flagrante pela Polícia Militar (PM) e estava detido na Unidade Prisional Avançada (UPA), desde então.

Conforme defendido pelo Ministério Público, que o denunciou em ação penal, Adalberto e o adolescente foram até a lotérica, em uma moto, por volta das 13h30 do dia 22 de outubro do ano passado. No local, Adalberto ficou esperando do lado de fora, enquanto o adolescente ameaçou os funcionários, fingindo ter uma arma escondida na roupa.

Ele rendeu uma funcionária e roubou R$ 1.393 em dinheiro, do caixa da lotérica. Ao sair, o menor procurou Adalberto, para dividir o produto do assalto. Contudo, ambos foram parados pela PM, que os conduziu à delegacia, onde foram detidos. O menor, quando apreendido e revistado pelos policiais, possuía uma faca escondida na roupa.

Sentença é passível de recurso

Conforme a sentença do juiz Edemar Leopoldo Schlosser, embora não tenha efetivamente praticado o crime, foi Adalberto quem o planejou, sendo considerado coautor. Também pesou contra ele o fato de que o código de verificação de sua moto, segundo a polícia, foi alvo de adulteração.

Ambos já tinham passagem pela polícia quando foram presos, sendo que Adalberto também já havia cumprido pena por roubo. Em outra oportunidade, ele foi preso por tentativa de assalto a um taxista de Brusque, em julho de 2013.

Ele foi condenado a oito anos, nove meses e 23 dias de prisão, em regime fechado, e também ao pagamento de multa, no valor de 1/30 do salário mínimo. O homem poderá recorrer da sentença, porém, não em liberdade. Sendo assim, permanece na UPA. A sentença foi proferida na semana passada, no entanto, o tempo que Adalberto já cumpriu na prisão será descontado do total da pena.

 

Adalberto é natural de Itabuna (BA)
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