Assaltantes de joalheria permanecem foragidos

Após força-tarefa da Polícia Militar, caso foi repassado para o setor de investigações da Polícia Civil

Assaltantes de joalheria permanecem foragidos

Após força-tarefa da Polícia Militar, caso foi repassado para o setor de investigações da Polícia Civil

Os dois criminosos que fugiram após o assalto ao Laerte Joalheria na tarde de quinta-feira, 15, na rua Gustavo Schlösser, no Centro, permanecem foragidos. Um dos suspeitos foi identificado pela polícia como Cleber Nascimento, 33 anos, já o outro ainda não foi identificado.

Após o crime, a Polícia Militar montou uma mega operação para tentar capturar os criminosos. Dois deles foram detidos: Kenned Eliseu dos Passos, 21, e um adolescente de 17 anos. Os outros dois fugiram para o matagal pela rua Bulcão Viana, no bairro Azambuja.

A PM permaneceu em busca dos assaltantes durante 24 horas consecutivas, fazendo campanas nos locais de possível fuga. O comandante do 18º Batalhão da PM, tenente-coronel Moacir Gomes Ribeiro, afirma que, inclusive, os policiais que estavam de folga se voluntariaram para trabalhar no caso. O helicóptero Águia, de Joinville, também chegou a ser acionado, mas devido ao mau tempo, não conseguiu se deslocar para Brusque.

“Nossa operação para coibir a criminalidade começou no início daquela semana, quando os assaltos tiveram maior frequência. Nesse período, todo pessoal foi chamado para trabalhar, tanto os de folga como os policiais do administrativo”, afirma Gomes.

Uma das informações que a polícia recebeu é de que os criminosos estariam na rede pluvial de água, por meio dos bueiros. Inclusive, uma adolescente que seria parente de Nascimento tentou entregar alimentos e roupas para o suspeito nos canais subterrâneos. “Essa adolescente tinha informações privilegiadas da localização dele, porque estava em contato de alguma maneira. Mas não conseguimos chegar até ele”, diz o comandante.

Os policiais então jogaram gás lacrimogêneo e água pelos bueiros, para tentar interceptar o suspeito, mas não o localizaram. “Foram intensas 24 horas de trabalho, mas infelizmente não conseguimos capturá-los. Eles estavam nos vendo, mas nós não víamos eles”.

No fim de sexta-feira, 16, a operação foi finalizada, e o caso foi repassado para a Polícia Civil, para investigação. Além disso, outros batalhões da região foram informadas do crime para ficarem atentos, especialmente o de Joinville, que é a cidade de origem da maioria dos criminosos que participaram do roubo. “Só tenho a agradecer a comunidade, por todas as informações que nos repassaram. Trabalharam junto com a polícia e nos auxiliaram muito, de forma ágil e rápida. Isso é muito importante, essa parceria entre a população e a Polícia Militar”, diz o tenente-coronel.

 

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