Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

Ateus, saiam do armário

Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

Ateus, saiam do armário

Sérgio Sebold

Mais um modismo “sair do armário” chegou à praça e impregnou a sociedade, para algumas minorias se posicionarem contra o status quo.

Vejam só a saída de um ator global: “Deus não existe”. Então como é que ele o declarante, existe? Que contrassenso. Se o ator pode existir, por que Ele não? É uma afirmação tão ingênua que nos permite ter comiseração.

Infelizmente estas pessoas nunca folhearam uma Bíblia. Provavelmente até foram batizadas, mas seus pais esqueceram que só o batismo não é suficiente. Talvez o batismo foi só um modismo cultural para esses pais. Não assumiram qualquer papel de fé, de oração nem de educação. Filhos criados ao deus dará, criados na baboseira do “politicamente correto”; eles é que devem “escolher” seus próprios caminhos, seus destinos. É o Fim das tradições, vamos ao caos. Por que será que há tanta gente nas prisões? Será porque creem em Deus? Quando estas infelizes almas que se rotulam ateus forem surpreendidas por violência, roubo, estupro…, provavelmente será por um outro que a muito esqueceu Deus. Negar a existência Dele é negar a si mesmo.

Estamos vivenciando uma geração perdida em termos morais e éticos. Tudo como o diabo gosta. – Oh, desculpe, se Deus não existe então esse ente também não pode existir. Está se formando uma geração, sem rumo, sem noção, sem perspectiva, sem paz, em geral se afogando no vazio do sexo e das drogas.

Quem é ateu e, queira ser, que assim o seja. Que fique no armário. A grande maioria que se diz ateu é cristã, ou de pais que faliram na fé viraram as costas e agora por modismo ou, para serem “diferentes”, dão uma de intelectual se autodenominando. Esta história que ao dizerem ser sofre discriminação, em princípio é uma mentira. Já passou aquele período em que ao preencher um currículo era necessário dizer sua confissão religiosa. Hoje não mais se exige, justamente para respeitá-los; aquilo sim era uma discriminação. Hoje não existe mais. O fato de sair do “armário”, ou seja, se autoproclamar para encontrar alguém que argumente o contrário, faz parte da cultura do contraditório. Mas ninguém é obrigado a aceitar a opinião do outro. Cada um na sua, mas procurar encrenca porque alguém não aceita suas ideias ateístas isso já é demais. Essas pessoas no seu íntimo na sua psique, são infelizes, estão pedindo socorro, nem que seja psiquiátrico, por que de fé nada mais tem. São candidatos a serem contraventores em potencial.

Jogar estatísticas (maioria falsas) em entrevistas sobre a queda da fé em Deus para se autojustificar, esquecem por outras estatísticas que mais de 80% destas pessoas terminam suas vidas se suicidando, porque não tiveram ou não praticaram uma crença; ou ainda se forem homossexuais não venceram seus conflitos; nas mulheres particularmente, se não buscaram no suicídio, terminam sua vida na depressão porque muitas delas praticaram aborto. Estes detalhes não saem na grande mídia.

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