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Brusque Basquete perde decisão para o Osasco e é vice-campeão do Brasileiro CBB

Equipe tem atuação abaixo da média diante dos atuais campeões da Liga Ouro e fica com a prata

O Brusque Basquete é o vice-campeão do Brasileiro CBB. A equipe sofreu uma pesada derrota de 102 a 73 diante do Osasco-SP neste domingo, 29, na Arena Brusque, pela última rodada do quadrangular final do Brasileiro CBB.

O ala-pivô Léo Bispo, do Brusque, foi o cestinha, com 27 pontos, liderando a equipe também nos rebotes, com oito recuperações. Do lado do Osasco, o ala Matheus Weber foi o cestinha, com 25 pontos, seguido pelo ala-pivô Murilo Prado, com 23. O pivô Hátila, do Osasco, se destacou com 18 rebotes.

Com a vitória, o Osasco conquista seu segundo título nacional em 2025. Ainda em junho, foi campeão da Liga Ouro, divisão do acesso ao NBB, que é a liga de elite do país. Também já havia conquistado o Brasileiro CBB em 2024.

Na sequência da temporada, o Brusque Basquete tem o Campeonato Catarinense e os Jogos Abertos de Santa Catarina.

A campanha do vice-campeão Brusque Basquete termina com 13 partidas, 9 vitórias, 4 derrotas, 1049 pontos marcados e 996 sofridos. É a melhor colocação já obtida pela equipe no Brasileiro CBB, disputado desde 2019.

Mau início


O Brusque abriu o placar e abriu uma curta vantagem, mas isto pouco ou nada significa no basquete. Com o Osasco fechando o garrafão, dificultava o trabalho brusquense nos arremessos para dois pontos. O Brusque não convertia as tentativas de trás da linha dos três, e as infiltrações eram dificultadas. O aproveitamento, mesmo dentro do garrafão, era baixo. Além disso, o time paulista era dono de quase todos os rebotes.

Foi desta forma que o time paulista começou a abrir uma vantagem mais larga, fechando o primeiro período em 15-27. O equilíbrio visto nos duelos entre as equipes na primeira fase, com uma vitória para cada lado, não estava presente neste domingo.

Dominado


O Osasco continuou dominando amplamente a partida, enquanto o Brusque era irreconhecível. O tempo passava, a bola caía apenas raramente, e o time cometia erros que não condiziam com os donos da melhor campanha da primeira fase.

Com um aproveitamento de apenas 28% dos arremessos de quadra (de qualquer distância, exceto lances livres), a desvantagem crescia. As equipes foram ao intervalo com o Brusque perdendo por 52 a 26, num desempenho ofensivo oposto ao apresentado até a segunda rodada do quadrangular, quando tinha o melhor ataque.

No lado do Osasco, o pivô Hátila dominava o garrafão, com 13 rebotes, sendo 10 deles defensivos. O ala-pivô Murilo Prado e os alas Matheus Weber e Anthony Harris marcaram, juntos, 39 pontos no primeiro tempo (14, 15 e 10, respectivamente).

Sem emoção


A tônica do terceiro era a mesma. O Brusque não conseguia se recuperar técnica, tática ou animicamente, e o jogo se encaminhava ao final sem emoções.

Faltando 5min09, Murilo Prado enterrou com tudo em bela ponte aérea, contando com assistência de Felipe Dalaqua: 66-30. Mesmo quando o Brusque conseguia alguns raros lampejos que lembravam as atuações ao longo da campanha, o Osasco respondia rapidamente.

No último lance do último período, Matheus Weber converteu cesta de três e comemorou no banco do Brusque, em provocação. Foi marcada falta técnica. O jogador do Osasco foi excluído do jogo e Brito converteu o lance livre por conta da falta. O placar ficou em 48-80.

Final de jogo


A elástica vantagem do Osasco chegou a ser diminuída no último quarto, mas não foi nada que fizesse o Brusque voltar ao jogo. Nos últimos instantes, o pivô Anderson Costa levou o placar a 71-101. Foi a primeira vez, nesta edição do Brasileiro CBB, que uma equipe marcou mais de 100 pontos no mesmo jogo.

A partida foi encerrada com a bola entregue à arbitragem faltando 20 segundos: 73-102.

Primeira fase

Quadrangular final


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