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Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

Bolchevismo tardio no Brasil

Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

Bolchevismo tardio no Brasil

Sérgio Sebold

Derrotados pela opinião pública depois de 30 anos de militância, ONGs globalistas, uma delas o MST, buscam uma nova ofensiva através do contaminado marxismo/bolivariano do Ministério da Agricultura, para destruir nossas colheitas generosas, através de expedientes burocráticos contra os produtores rurais. Sem qualquer cerimônia, vão ao campo, com argumentos “forjados” para aplicar sanções ilegítimas, a fim de destruir propriedades. Uma forma sutil de atuar a ONG acima.

A clássica invasão de propriedades no Brasil como havia até a pouco, não deu ibope. A opinião pública logo se apercebeu que tudo era encenação de uma tentativa bolchevista de coletivização da propriedade, que no século passado levou mais de 100 milhões de pessoas na ex-URSS e na China de Mao-Tse-Tung morrerem de fome; tudo com o fito de introduzir o comunismo/bolivariano no Brasil; justamente o setor que salvou o país do desastre econômico dos quatro últimos anos, pelos excelentes resultados de produção com o último recorde (2016/2017) 230 milhões de toneladas de grãos, podendo alimentar mais de um terço da humanidade. Tudo graças a iniciativa privada no campo, boa gestão, tecnologia… e ajuda de São Pedro. Eta país abençoado.

Segundo um post de Sandra Enke no Facebook, nos chega uma denúncia que registramos com algumas adaptações.

Cria-se uma “operação padrão” seguindo ou não as leis e regulamentos da autarquia, numa suposta fiscalização do Ibama, Anac e defesa agropecuária. Isto está ocorrendo de Norte ao Sul.

“Fiscais” doutrinados embargam lavouras, lacrando estabelecimentos, confiscam equipamentos de alta tecnologia de altíssimo valor quando não ateando fogo em silos, armazéns, galpões, até destruindo pontes e animais. Assim se justifica o Ibama em sua declaração a imprensa: “A Operação Demeter tem o objetivo de verificar as irregularidades de agricultores de arroz e de todas as empresas de aviação agrícola da região na aplicação de agrotóxicos, alem de reprimir o uso de pesticidas contrabandeados do Uruguai”.

Com essas “medidas excepcionais” os “fiscais” já comprometeram mais de 50% da produção de arroz do RS, mais de 80% dos contratos de exportação de madeira cancelados no estado de Rondônia, uma parte imensurável da produção pecuária do Pará; tudo isto está acorrendo para prejudicar a safra de 2017/2018, e piorar os índices econômicos de 2018, ano eleitoral, para desfigurar a atual administração governamental. Esta linha terrorista de atividade no Brasil é forjada pelo “Deep State” do PT.

O “Deep State” acontece quando funcionários públicos e burocratas do governo altamente comprometidos ideologicamente com a esquerda, em postos chaves da administração pública, fiscalização, chefias de serviço, RH’s etc., decidem atuar em conjunto com determinada finalidade subjetiva: dominação comuno/chavista.

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