Brusque cria quase 700 vagas de emprego no primeiro trimestre de 2016

Número posiciona o município como quinto maior gerador de postos de trabalho do estado

Brusque cria quase 700 vagas de emprego no primeiro trimestre de 2016

Número posiciona o município como quinto maior gerador de postos de trabalho do estado

Brusque demonstra recuperação na geração de empregos. O município criou 696 vagas no primeiro trimestre de 2016, ficando com a quinta colocação no ranking estadual. Em um momento de recessão econômica, o estado foi o segundo que mais gerou postos de trabalho no Brasil, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego.

O saldo para os últimos 12 meses (março a março), na indústria, está em -11,37%, mas em março o saldo ficou em 0,55%, acumulando de forma positiva nesse primeiro trimestre um percentual de 1,23%, somando 281 novos funcionários no período.

Além da indústria, outros setores mostram reação. Na construção civil os dados refletem melhora na geração de empregos, com saldo negativo para os últimos 12 meses. No primeiro trimestre, saiu do vermelho e ficou com índice de 1,95%, fechando março em 1,65%. “Os números são discretos, mas já sinalizam para uma melhora, demonstram que temos um potencial para o ano.” diz o agente de desenvolvimento econômico da Prefeitura de Brusque, Jorge Bonamente.

Formalização

Uma das opções para a formalidade e a geração de renda é o Microempreendedor Individual (MEI). A prefeitura tem trabalhado para que todos tenham suas garantias trabalhistas, sendo o MEI uma das opções. Por meio dele, a pessoa que trabalha por conta própria, se legaliza como pequeno empresário.

Para ser um microempreendedor individual, é necessário faturar no máximo até R$ 60 mil por ano e não ter participação em outra empresa como sócio ou titular.

O MEI será enquadrado no Simples Nacional e ficará isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). Assim, pagará apenas o valor fixo mensal de R$ 45 (comércio ou indústria), R$ 49 (prestação de serviços) ou R$ 50 (comércio e serviços), que será destinado à Previdência Social e ao ICMS ou ao ISS.

Essas quantias serão atualizadas anualmente, de acordo com o salário mínimo.

Com essas contribuições, o Microempreendedor Individual tem acesso a benefícios como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, entre outros. É possível ter um funcionário contratado, que receba salário-mínimo ou o piso da categoria, sendo obrigado, neste caso, a ter serviço contábil.

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