Brusquenses produzem documentário no exterior

Grupo percorrerá o Uruguai, a Argentina e o Chile na produção do segundo filme do projeto

Brusquenses produzem documentário no exterior

Grupo percorrerá o Uruguai, a Argentina e o Chile na produção do segundo filme do projeto

Com o intuito de mostrar às pessoas a importância de seguir os próprios sonhos e de aproveitar a vida sem medo de se arriscar, os brusquenses Patrícia Lübke, de 38 anos, Ronan Felipe, de 25 anos, e Luis Fernando Reis, de 21 anos, estão desenvolvendo o De Mãos Dadas, um projeto audiovisual independente que engloba filmes gravados no exterior.

Atualmente, os três brusquenses e mais dez profissionais estão gravando o segundo documentário no Uruguai, na Argentina e no Chile. O grupo viajou na terça-feira, 10, e segue até o dia 30 deste mês percorrendo sete locais.

Idealizadora do projeto, Patrícia explica que o De Mãos Dadas nasceu a partir das viagens que ela realizou ao longo da vida. As esperas nos aeroportos, além dos lugares e das pessoas que conheceu, a motivaram a criar o projeto.

“Me brotou uma vontade imensa de sair por aí, de aprender sobre as pessoas, o amor e a compaixão. Ver até onde iria o coração da gente. Essa era a ideia que nascia em mim, de uma viagem de reflexão e de aprendizado”, diz.

 O projeto "De Mãos Dadas" busca incentivar as pessoas a lutarem pelos sonhos e aproveitarem a vida / Foto: Divulgação
O projeto “De Mãos Dadas” busca incentivar as pessoas a lutarem pelos sonhos e aproveitarem a vida / Foto: Divulgação

O primeiro documentário, que atualmente está em fase de edição, também foi gravado no Uruguai, na Argentina e no Chile, porém, em cidades diferentes das do segundo filme. No primeiro, a viagem durou 28 dias e contou com a participação de 15 pessoas, entre músicos, videomakers e praticantes de roller inline, longboard e downhill. A previsão de lançamento é para o segundo semestre deste ano.

“A cada parada, a cada supermercado que passávamos era sempre uma nova descoberta. Ali, convivendo com 15 pessoas, algumas conhecidas outras nem tanto, aprendi a observar mais, ponderar mais”, diz. “O melhor caminho não é o do confronto e sim a compaixão e a calma pra resolver toda adversidade. Eu sabia que não seria algo fácil. Porém, abri minha alma e deixei fluir tudo assim sem roteiro, sem nada ensaiado”, completa.

Segundo Luis Fernando Reis, o primeiro filme voltou-se mais para o esporte, com a junção do roller e do skate. O segundo, por outro lado, será mais voltado à veia artística, inclusive, com a presença de uma atriz e de um profissional que participou da produção do Lollapalooza – festival de música.

“O que queremos é passar a questão do sonho. Há pessoas que ainda não realizam os sonhos e não têm coragem de abrir mão de alguma coisa para tentar algo a mais na vida. A gente se reuniu para poder mostrar culturas diferentes. No momento atual que vivemos, as pessoas vivem na correria e não aproveitam a vida direito. Acho que vai ser um filme bem interessante para o pessoal pensar um pouco sobre isso”, diz.

Reis conta também que, assim como na primeira viagem, nesta segunda eles se deslocarão e dormirão em um ônibus. Ainda segundo o brusquense, é provável que o grupo feche contrato com um canal de televisão para exibir os documentários e, talvez, transformá-los em uma série.

 O primeiro filme voltou-se mais para o esporte, com a junção do roller e do skate / Foto: Divulgação
O primeiro filme voltou-se mais para o esporte, com a junção do roller e do skate / Foto: Divulgação

Teaser

Para conferir o teaser do primeiro documentário basta procurar no Youtube por “De Mãos Dadas – Edição América Latina”.


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