Casa de Brusque disponibiliza acervo digital dos anos de 1860 a 2000

Comunidade pode visitar espaço de segunda a sexta-feira e acessar o material no terminal de computadores

Casa de Brusque disponibiliza acervo digital dos anos de 1860 a 2000

Comunidade pode visitar espaço de segunda a sexta-feira e acessar o material no terminal de computadores

A comunidade pode acessar digitalmente, a partir de agora, cerca de 2,4 mil fotografias do município entre os anos de 1860 a 2000, por meio de projeto da Casa de Brusque, como é conhecido o Museu Histórico do Vale do Itajaí-Mirim. No dia 30 do mês passado foi concluído o projeto “Modernização Museal I: Segurança da Informação, Monitoria e Digitalização de Fotos Históricas de Brusque”, que resgata de forma digital e sem prejuízos à fonte original, imagens e documentos importantes da cidade.

O projeto iniciou em fevereiro deste ano e foi patrocinado pela Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc). Com a supervisão dos funcionários da Casa de Brusque, um profissional terceirizado foi contratado por 20 horas semanais para realizar o processo de digitalização, que permite que as imagens sejam ampliadas sem perder a qualidade. O valor do investimento foi de R$ 10 mil.

A professora e historiadora, Luciana Paza Tomasi, conta que as fotos foram organizadas e encarteladas de acordo com as normas de conservação. Qualquer pessoa pode acessar o material no terminal de computadores da Casa de Brusque de segunda a sexta-feira. “A comunidade brusquense pode acessar esta riquíssima fonte histórica de forma digital. A população gosta muito de relembrar a sua história, ver como a cidade era, e antes demorava para encontrar as imagens manualmente. É a forma de preservarmos a história de Brusque”, diz Luciana.

A historiadora afirma que ainda não há previsão para disponibilizar o acervo na internet, já que para isso seria necessário mais recursos financeiros. No entanto, ela garante que a intenção é que futuramente isso ocorra.

O presidente da Casa de Brusque, Ricardo Vianna Hoffman, ressalta que os documentos digitalizados guardam detalhes importantes da história de Brusque, que com o tempo vão se deteriorando. “São fotos inéditas, mapas, documentos. Até a certidão de nascimento da cidade está lá. Material que os cidadãos poderão acessar a partir de agora e também no futuro”.

Presidente da Casa de Brusque (à dir.) passou ao vice-presidente para assuntos regionais do Vale do Itajaí-Mirim da Fiesc, Ingo Fischer, a prestação de contas e relatório de atividades do projeto / Foto: Casa de Brusque/Divulgação
Presidente da Casa de Brusque (à dir.) passou ao vice-presidente para assuntos regionais do Vale do Itajaí-Mirim da Fiesc, Ingo Fischer, a prestação de contas e relatório de atividades do projeto / Foto: Casa de Brusque/Divulgação

Colônia de Brusque

Mais de 2,5 mil documentos históricos da Colônia que deu origem a Brusque também estão disponíveis, em formato digital, para consulta. A digitalização dos documentos foi financiada por meio do edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura 2014.

A digitalização do acervo, que começou em setembro de 2015, foi finalizada neste ano. São documentos históricos datados entre 1860 – 1881.

Os arquivos retratam a época da chegada dos primeiros imigrantes à área onde hoje está o município, até o ano da emancipação política.


Como ter acesso ao acervo digital?

Basta ir até a Casa de Brusque, na avenida Otto Renaux, 285 (próximo ao supermercado Bistek), de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h. No terminal de computadores é possível acessar o material.


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