Central de Acolhimento ao Migrante de Brusque ficou apenas nove meses em atividade

Espaço, localizado no terminal rodoviário, auxiliava os novos moradores do município

Central de Acolhimento ao Migrante de Brusque ficou apenas nove meses em atividade

Espaço, localizado no terminal rodoviário, auxiliava os novos moradores do município

Implantada no terminal rodoviário de Brusque para cadastrar e auxiliar novos moradores, a Central de Acolhimento ao Migrante ficou apenas nove meses em atividade. O serviço foi inaugurado em fevereiro de 2015 e encerrado em outubro do mesmo ano. Segundo a Secretaria de Assistência Social e Habitação, o motivo para o cancelamento foi o baixo número de atendimento e procura pelos serviços.

Durante o período em que a central auxiliou os novos moradores, foram realizados cerca de 65 atendimentos – média de oito mensais. Em fevereiro, mês de inauguração, foram atendidas 19 pessoas.

Atualmente, os migrantes e imigrantes que chegam a Brusque por meio do terminal não encontram serviços específicos para auxiliá-los. No entanto, a secretária de Assistência Social e Habitação, Bruna Schüler, ressalta que os novos moradores do município podem procurar serviços essenciais na prefeitura.

“Pela pouca procura, achamos inviável manter local e servidores especificamente para esse serviço. De qualquer forma a Secretaria de Assistência Social e Habitação, sendo órgão gestor do Sistema Único de Assistência Social, oferta uma série de serviços, programas e benefícios a quem deles necessitar. Salientamos que a Prefeitura oferta outros serviços além da Assistência Social, como Sine, Saúde e Educação”, afirma a secretária.

A central

A Central de Acolhimento ao Migrante cadastrava novos moradores de Brusque que chegavam à cidade por meio do terminal rodoviário. Além disso, disponibilizava informações sobre todos os serviços públicos ofertados, como escolas, hospitais e unidades de saúde. Vagas do Sistema Nacional de Emprego (Sine) e endereços de agências e de imobiliárias também eram repassados aos migrantes.

Localizada em uma sala do piso superior do local, a central funcionava com dois servidores. Com o cancelamento das atividades, um deles, que ocupava cargo de provimento em comissão, foi exonerado, e o outro, que é servidor efetivo, foi realocado à Central de Atendimento da Pessoa com Deficiência (Ceped).

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