Circo na Escola encerra semestre com espetáculos

Cerca de 190 alunos de escolas municipais se apresentaram na Tenda Cultural

Circo na Escola encerra semestre com espetáculos

Cerca de 190 alunos de escolas municipais se apresentaram na Tenda Cultural

A magia do circo tomou conta da rede municipal de ensino. Cerca de 190 alunos das escolas Augusta Knorring, João Hassmann, Oscar Maluche, Rio Branco, Alberto Preti, Prefeito Alexandre Merico, Poço Fundo e Doutor Carlos Moritz se apresentaram nas noites de segunda-feira, 14, e ontem, na Tenda Cultural, no encerramento de mais um semestre do Circo na Escola.

O projeto, que iniciou há pouco mais de um ano, faz parte do projeto Escola Integral, e tem como objetivo levar os ensinamentos do circo para a sala de aula. “Os alunos se apresentam mostrando técnicas circenses. Todo esse aprendizado traz resultados positivos para a sala de aula. Os alunos estão mais disciplinados, organizados, e concentrados”, afirma a coordenadora do Mais Educação, Tatiana Ventura.

O Circo na Escola reúne alunos a partir de 10 anos. Uma vez por semana, no contra turno escolar, os estudantes têm aula na Tenda Cultural, onde aprendem todas as atividades circenses como tecido acrobático, trapézio, corda, malabares e teatro. Esta foi a terceira etapa do projeto. Agora, no próximo semestre, outras escolas, que ainda não participaram, devem iniciar as atividades extracurriculares.

Para a secretária da Educação de Brusque, Gleusa Fischer, o projeto possibilita novas oportunidades de aprendizado aos alunos. “Queremos incluir no currículo escolar este projeto tão importante para a formação integral dos estudantes. No projeto, eles ganham uma nova visão de mundo, novos sonhos e escolhas. E ainda podem se descobrir para uma vida artística. A avaliação deste ano de projeto é muito mais do que positiva”.

O Circo na Escola é uma parceria entre a Secretaria de Educação, que é responsável pela parte financeira; a família Ruy Bartholo, que desenvolve as aulas, e Olliver Carminatti, que é responsável pela estrutura física.

Novas experiências

Atrás das cortinas, a ansiedade dominava os pequenos artistas. Os figurinos coloridos, a maquiagem impecável. Tudo foi preparado para agradar o público que lotou a Tenda Cultural para assistir ao espetáculo.
A estudante da escola Oscar Maluche, Ingnes Alana, 14 anos, foi uma das acrobatas a se apresentar no tecido. Para ela, poder participar do projeto foi uma grande experiência. “É uma oportunidade única na vida. Aprendi muita coisa. Adorei participar”, diz.

A colega Sihelin Raiser, 11 anos, também se identificou com as acrobacias no tecido. “Gosto de fazer as acrobacias. Estamos aprendendo a ser alguém na vida”, afirma.

Já a estudante Fabiana de Oliveira Teófilo, 13 anos, da escola Augusta Knorring, se apresentou com a lira. “A lira é tipo um bambolê onde consigo fazer acrobacias. Decidi entrar nas aulas porque achei que valeria a pena, e eu estava certa. Aprendi muita coisa”, diz.

 

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