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Com pavilhão interditado, organizadores recorrem a plano B para realizarem eventos em Brusque

Mercado de Pulgas e Pronegócio anunciaram mudança de local; outros permanecerão, mas com estrutura limitada

Com pavilhão interditado, organizadores recorrem a plano B para realizarem eventos em Brusque

Mercado de Pulgas e Pronegócio anunciaram mudança de local; outros permanecerão, mas com estrutura limitada

Com a interdição do pavilhão Maria Celina Vidotto Imhof após o vendaval ocorrido em janeiro, os organizadores que já estavam com datas agendadas para o primeiro semestre deste ano tiveram que correr contra o tempo para encontrar uma solução viável para realizarem seus eventos.

O Mercado de Pulgas, por exemplo, precisou mudar de local e de data. O evento estava agendado para os dias 3 e 4 de março, no piso térreo do pavilhão, e agora será nos dias 10 e 11 de março, no Sesc.

Um dos organizadores do evento, Marcos Merisio, destaca que a mudança aconteceu após uma reunião do Clube de Bicicletas Antigas de Brusque. “Procuramos vários lugares que comportariam nosso evento, até que conseguimos o Sesc”.

A exposição acontecerá dentro do ginásio e também no estacionamento, embaixo de tendas. “Não vamos conseguir colocar todos os expositores no ginásio, então teremos uma lona no lado de fora”.

Merisio afirma que estão confirmados 80 expositores nesta edição. De acordo com eles, todos compreenderam a necessidade de alteração de data e local.

Outro evento que será realizado em outro local é a 45ª Pronegócio. A feira de negócios da Associação das Micro e Pequenas Empresas (Ampebr) será realizada no Santos Dumont, entre os dias 14 a 18 de maio.

Espaço limitado
Alguns decidiram manter suas datas e realizar os eventos no pavilhão, mas com uma estrutura reduzida. Este é o caso do Brusque Motorcycle, um dos maiores eventos motociclísticos do país, marcado para os dias 3 a 6 de maio.

O organizador, Rafael André Bado Walendowsky, afirma que a transferência de data até foi cogitada, porém, como o calendário do pavilhão estava lotado, a única opção foi manter o evento para esta data.

“Não poderemos utilizar o piso térreo do pavilhão, então vamos nos adequar. Desde de dezembro estávamos com o material de divulgação pronto, então seria bem complicado alterar data e local”, diz.

No piso térreo, tradicionalmente, são realizadas as exposições de produtos relacionados ao motociclismo. Este ano, porém, com a estrutura interditada, a organização terá que adequar o espaço dos expositores.

“Estamos pensando em colocar os shows que acontecem na área externa do pavilhão para a rua e levar as exposições para lá. Mudar é complicado, vai ser mais trabalhoso, talvez não seja muito confortável para o visitante, mas é o que podemos fazer”.

Quem também decidiu manter o evento no pavilhão, mesmo com a restrição de espaço, foi o organizador do 2º Encontro de Opalas e Caravans Garagem 676, Elvis Leonardo Cuchi. O evento está marcado para o dia 11 de março.

“Vamos só ocupar a área externa e a praça de alimentação. O pavilhão térreo seria onde colocaríamos os carros, aí teremos que utilizar a área externa, onde inicialmente seria exclusivo para estacionamento dos visitantes”.

Cuchi destaca que não foi cogitado mudar de local e de data, até porque a divulgação estava pronta desde o ano passado. Ele afirma que devido ao problema, alguns expositores desistiram de participar do evento. A expectativa é que 180 Opalas e Caravans sejam expostas no dia do evento.

Mudança de data
A interdição do pavilhão também fez com que alguns eventos mudassem de data. Este é o caso da Casa SC Decor, que inicialmente estava prevista para acontecer de 4 a 8 de abril, mas que agora será realizada entre os dias 8 a 12 de agosto.

O organizador da feira, Augusto Goulart, afirma que conseguiu encontrar uma data vaga que correspondesse às necessidades do evento no próprio pavilhão. “O evento estava quase todo fechado, programado. Tivemos um certo prejuízo, principalmente devido ao material impresso e VT para televisão. Fazer um evento desse não é simples e realocar a data foi bastante complexo”.

Goulart destaca que conversou com os expositores e explicou a situação. Muitos ficaram relutantes no início, porém, aceitaram a ideia de transferir o evento. Para ele, o segundo semestre deve ser bastante positivo. “Será melhor para a economia, a Copa do Mundo já terá passado, então estamos bem esperançosos”.

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