Com recursos da Fundação Cultural, Feira do Livro de Brusque ocorrerá no mês de setembro

Alteração na data foi necessária para poder planejar o evento com antecedência

Com recursos da Fundação Cultural, Feira do Livro de Brusque ocorrerá no mês de setembro

Alteração na data foi necessária para poder planejar o evento com antecedência

Tradicionalmente realizada no mês de junho, a Feira do Livro de Brusque, neste ano, será no fim do mês de setembro. A alteração na data foi feita para que o evento possa ser organizado com mais tempo, já que a Fundação Cultural só conseguiu liberar recursos recentemente.

Além da mudança na data, neste ano, a feira do livro terá um formato mais modesto do que as edições anteriores, já que o recurso disponibilizado é menor do que nas outras edições.

“A feira será reduzida, vamos realizar com o mínimo do mínimo, já que a verba que foi liberada para a Fundação Cultural realizar três eventos é menor do que precisávamos para fazer só a feira”, diz uma das organizadoras do evento, Lieza Neves.

A 9ª edição da Feira do Livro de Brusque será dentro da Fundação Cultural, entre os dias 27 a 30 de setembro e ainda não tem programação definida.

De acordo com Lieza, a escolha de realizar o evento dentro da fundação também foi para evitar maiores gastos com estrutura, já que o orçamento do evento será reduzido.

“Tiramos o máximo de custos para poder fazer a feira. Algumas aulas que acontecem na fundação serão canceladas nesses dias para que os professores possam colaborar no evento também”.

Sem financiamento
No fim de março, Lieza abriu um financiamento coletivo por meio da plataforma online Catarse, com o objetivo de arrecadar recursos para realizar a feira, já que naquela época não havia previsão de auxílio da Fundação Cultural.

A meta do financiamento coletivo era arrecadar R$ 20 mil em 40 dias, entretanto, a campanha online não atingiu o objetivo. Lieza conta que foram arrecadados apenas R$ 470, que não serão usados, já que a modalidade do financiamento era o “tudo ou nada”, ou seja, se não atingisse o objetivo, os recursos arrecadados seriam devolvidos aos doadores.

“Quando eu vi que não ia dar certo o financiamento pelo Catarse, pensei em desistir, mas logo em seguida a Fundação Cultural conseguiu liberação de verba, aí decidimos manter o evento”.

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