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Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

Como se destrói uma civilização

Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

Como se destrói uma civilização

Sérgio Sebold

Ao ver os programas de televisão, observa-se, principalmente no aspecto cultural do entretenimento (novelas, shows, espetáculos e publicidade), que está cada vez mais vulgar, insípida, enfadonha, sem criatividade, pobre, hedonista, narcisista e desumana, diferente de outras épocas da história. Toda expressão cultural deve edificar, enriquecer nossas vidas com debates, anseio de conhecimento, apreciação da beleza, harmonia humana.

Em duas ou três décadas a cultura popular serviu de cano de esgoto, para uma diarreia programada de idiossincrasias, para bocas escancaradas, ou mentes inocentes. Por definição, cultura popular é produzida em massa para o consumo de massa. Neste período tem se observado um esvaziamento de conteúdo que nada acrescenta aos nossos valores morais e cristãos, e pior, cada vez mais obcena. É um ataque rançoso ao bom senso por uma minoria, que a cartilha democrática lhes permitiu ser ouvida pelo refrão do politicamente correto.

Mas por que uma cultura chamada pop é tão forçada, artificial, rançosa, vazia de sentido humano, grotesca e incrivelmente retardada, estúpida?

A história começa lá pelos anos 20 do século passado, quando relativistas morais, chamados de pós-modernistas, admiradores da feiura crítica, niilista do marxismo cultural, fizeram a sociedade perder o controle sobre si mesma; no fundo querem forçar a sociedade ser uma estampa de suas próprias imagens ou de sua degradação. Salvo algumas honrosas exceções tudo virou “feio”, na arquitetura, nas artes, na música, no entretenimento; assim, qualquer manifestação cultural deve aparecer horrível, degradante. Mas qual é o objetivo? Detonar os fundamentos da civilização ocidental, para facilitar a subversão, submissão, escravidão em grande escala; não pela força física, mas pelas mentes dominadas.

Começamos pela televisão, onde há uma infindável representação de famílias desestruturadas, figuras masculinas andrógenas, fragilizadas; niilistas grosseiros com aspectos mais de drogados de que aspecto normal. Nos realities shows, veem-se figurantes famosos, onde suas características narcisistas, imorais são levadas aos limites da loucura freudiana. Por serem remunerados se sujeitam aos objetivos do programador para maior audiência, estimulando os espectadores agirem também na vida real; verdadeira doutrinação para decadência dos costumes.

As pessoas começam pensar que a televisão é a própria realidade; suas vidas são irreais; fazem o que TV diz, se vestem, comem, pensam e criam seus filhos como ela prega. Somos todos gado criados para escravidão; e chamam isso de “revolução cultural”

Com este tipo de degeneração moral, o filtro moral entre o bem e o mal fica irremediavelmente danificado. Sobejamente está demonstrado por pesquisas, que quando mais assistimos a TV, mais deprimidos nós ficamos. Resultado da barbárie.

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