Mandioca de 49 kg é colhida em Brusque e surpreende agricultor
Raiz foi cultivada por um morador do bairro Rio Branco, que carrega, desde a infância, a tradição familiar
Na tarde de segunda-feira, 4, uma colheita memorável veio à tona no bairro Rio Branco, em Brusque. O protagonista da façanha é o agricultor Osni Groh, que retirou da terra uma raiz de mandioca pesando exatos 49 kg.
*Confira a galeria de fotos no fim da edição
A cena impressionou até mesmo os veteranos do ofício, familiarizados com grandes colheitas, mas pouco acostumados com algo dessa magnitude.
A raiz gigante, segundo Osni, faz parte de um único pé de mandioca, cuja retirada então exigiu esforço redobrado.
Ao ser desenterrada, com o auxílio de um enxadão, a mandioca acabou se despedaçando pela dificuldade de ser removida inteira, dada a dimensão incomum que havia alcançado.
Ainda assim, fez questão de explicar: tratava-se de uma única raiz – algo que, segundo ele, "não se vê todo dia".
O destino da mandioca
O destino da mandioca de 49 kg também já está definido: ela será levada a um engenho de farinha, onde será processada com cuidado.
A transformação em farinha será feita em parceria com o proprietário do engenho, mantendo viva a cultura do interior que há gerações acompanha famílias como a de Osni.
Legado familiar em Brusque
Embora o tamanho da mandioca chame atenção à primeira vista, o que sustenta a beleza dessa história vai muito além do peso da colheita.
O feito raro – tanto pelo tamanho quanto pelo peso expressivo da raiz – tornou-se o símbolo vivo de uma história marcada por tradição, dedicação e amor à terra.
Aos 67 anos, completados em 2025, Osni é um tecelão aposentado que encontrou na terra o seu maior refúgio.
Inspirado, pois, pelo avô Bernardo Groh, de quem herdou o gosto pelas lidas do interior, dedica boa parte de seus dias ao cultivo de uma diversidade impressionante de hortaliças, frutas e tubérculos nos fundos da própria casa.
Riquezas de Brusque
A área, que ele mantém com carinho há décadas, reúne espécies que vão muito além do convencional.
Tangerinas, pêssegos, laranjas, limões e até ichias dividem espaço com alfaces, repolhos, tomates, abóboras, batatas e muito mais.
A variedade é tamanha que, em muitas ocasiões, os alimentos colhidos ali dificilmente são encontrados em feiras ou mercados da região — como é o caso dos mangaritos.
Há ainda um canavial, de onde Osni extrai a matéria-prima para fabricar melado artesanal – um dos seus orgulhos pessoais.
No ritmo da paz
Mais do que uma colheita incomum, o episódio simboliza uma forma de vida dedicada ao cultivo, ao cuidado e ao respeito pela terra.
No silêncio dos fundos de sua residência, entre fileiras verdes e árvores frutíferas, Osni encontra seu tempo, seu ritmo e sua paz.
Confira as fotos
Para quem deseja conhecer um pouco mais desse universo encantador, uma galeria de fotos exclusivas está disponível ao final desta edição, logo após os anúncios.
As imagens mostram não apenas a imensa raiz colhida, mas também retratam a diversidade e a beleza do espaço onde Osni cultiva seus alimentos com a mesma paixão herdada de gerações.
*Acompanhe a galeria de fotos mais adiante >>
Galeria após apoio comercial
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*Créditos das imagens: Ciro Groh/O Município >>
*Cenas enviadas por Osni Groh >>
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