Conselho dos Direitos da Criança de Botuverá cancela projetos contemplados com recursos do FIA

Três projetos da prefeitura não cumpriram os prazos e devolveram o dinheiro ao órgão

Conselho dos Direitos da Criança de Botuverá cancela projetos contemplados com recursos do FIA

Três projetos da prefeitura não cumpriram os prazos e devolveram o dinheiro ao órgão

O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Botuverá publicou uma resolução cancelando três projetos que foram contemplados com os recursos do Fundo para Infância e Adolescência (FIA) 2017.

De acordo com o presidente do conselho, Rivelino Hammer, o cancelamento aconteceu por falta de execução. Os três projetos foram apresentados pela Secretaria de Turismo, Cultura, Esporte e Juventude e pela Secretaria de Educação.

Hammer explica que as secretarias apresentaram o projeto, mas não conseguiram apresentar os orçamentos necessários para a execução. “Como o valor era maior de R$ 8 mil, o projeto tinha que ser licitado, mas quando chegou na hora de apresentarem os orçamentos de três empresas prestadoras de serviço, não conseguiram e os projetos acabaram não acontecendo”.

Os projetos cancelados foram o Arte de Dançar, Equoterapia em Botuverá e Cine Verá, no valor de R$ 20 mil cada um. “Aguardamos, mas como nada foi apresentado dentro do prazo, mandamos o ofício informando do cancelamento”.

Com o cancelamento, os recursos voltaram para o caixa do conselho que, no próximo ano, deve abrir um novo edital. “Trabalhamos muito para conseguir esses recursos do FIA e a primeira vez que lançamos o edital tivemos que cancelar os projetos. Mas esse é o papel do conselho, fiscalizar”, diz.

Apenas um projeto que se inscreveu no edital do FIA de Botuverá está acontecendo atualmente, que é o da Associação do Ribeirão Porto Franco, que oferece aulas de violão e gaita.

“Temos outras associações de moradores em Botuverá, mas que precisam ser legalizadas para se inscreverem no FIA. O próximo edital será lançado no mês de janeiro. Este foi muito direcionado para órgãos públicos, o próximo, vamos abrir mais para sociedade civil, já que as secretarias já têm orçamento para realizar suas atividades”.

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