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Continuidade da Beira Rio depende de doação de terras do IFC de Brusque

Terreno impede avanço da avenida; presidência em Brasília decidirá sobre o caso

Continuidade da Beira Rio depende de doação de terras do IFC de Brusque

Terreno impede avanço da avenida; presidência em Brasília decidirá sobre o caso

A Prefeitura de Brusque e o Instituto Federal Catarinense (IFC) de Brusque estão em tratativas para solucionar a questão da continuidade da avenida Bepe Roza, a Beira Rio. Para o prolongamento poder virar realidade, é preciso que a o governo federal aceite devolver parte do terreno do IFC ao município.

Segundo o secretário de Obras, Ricardo de Souza, em 2011 a prefeitura, na gestão de Paulo Eccel, doou o terreno ao IFC. Mas, de acordo com ele, não considerou o espaço para que a avenida pudesse passar entre o prédio e o rio Itajaí-Mirim.

Sete anos depois, Souza se reuniu, no dia 15 deste mês, com os responsáveis pelos IFC em Santa Catarina para tratar da devolução de uma parte do terreno. De acordo com ele, somente assim será possível fazer o prolongamento da margem direita da Beira Rio.

“Estamos em tratativas e vai ser tudo de forma amigável”, diz Souza. O diretor geral do instituto em Brusque, Hélio Maciel Gomes, explica que a situação será analisada pela presidência em Brasília (DF). Ele ressalta que é uma doação da União ao município, e que o IFC local não se opõe porque é uma Área de Preservação Permanente (APP).

“Vamos ver qual é a maneira mais rápida e simplificada”, afirma Gomes. Não existe prazo para que a União doe a área solicitada pela prefeitura.

Quando houver a doação, a prefeitura poderá seguir com a Beira Rio. Mas para isso terá de destruir e reconstruir a cerca do IFC.

Acesso improvisado
Enquanto não pode seguir com o asfalto, a Prefeitura de Brusque fará melhorias no acesso já existente ao IFC por trás. Segundo o secretário de Obras, será feita a limpeza e a iluminação da estrada que passa por bairro da ponte do Maluche e termina no instituto. Não há previsão de pavimentação para esse acesso.

Além de poder usar o acesso por baixo da ponte, os alunos do instituto também terão outra entrada. Uma rua entre o Colégio Cultura e o IFC será aberta. A via já existe, mas os alojamentos dos operários estão em cima dela.

Segundo o diretor geral da instituição, a empreiteira deve entregar a obra nas próximas semanas e retirar os alojamentos. Serão feitos os serviços de limpeza e a terraplanagem para que a via seja liberada para tráfego.

Não existe data definida para o começo das aulas do IFC no prédio próprio. Segundo Gomes, a expectativa é se mudar ainda na primeira quinzena de março. Depois da obra entregue, serão serão necessários dez dias para a mudança do prédio alugado, no Colégio Honório Miranda, para o novo.

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