Botuverá guarda acervo raro que revela aspectos da colonização italiana
Espaço cultural reúne cerca de 1.500 peças históricas e amplia compreensão sobre a formação do município
O Museu do Imigrante de Botuverá reafirma sua relevância na preservação cultural e histórica, consolidando-se como uma das principais referências regionais nesse segmento.
*Confira a galeria de fotos no fim da edição
Localizado no bairro Ourinho, anexo ao Parque das Grutas, o espaço reúne cerca de 1.500 peças que documentam a trajetória dos primeiros colonizadores italianos do município, compondo um acervo de expressivo valor histórico.
Em janeiro de 2026, a instituição mantém seu papel ao assegurar acesso contínuo da comunidade e de visitantes a um patrimônio preservado, reconhecido como testemunho da formação social, econômica e cultural de Botuverá.
História de Botuverá
Nesse contexto, o acervo apresenta ferramentas, utensílios e objetos de uso cotidiano, que permitem compreender as condições de vida dos imigrantes e os recursos empregados para enfrentar os desafios impostos pela época.
Com efeito, cada item exposto contribui para a leitura do processo de ocupação territorial, bem como para a compreensão da evolução das atividades produtivas e das dinâmicas sociais estabelecidas ao longo das décadas.
A estrutura interna está organizada em diferentes núcleos temáticos. Na ala dedicada à arte sacra, esculturas e objetos religiosos se destacam pelo cuidado artesanal e pelo significado histórico.
Vida colonial em Botuverá
Em outro ambiente, carros de mola e uma maquete interativa ilustram aspectos da rotina dos antigos moradores, favorecendo a assimilação didática do modo de vida predominante no período inicial da colonização.
Sobretudo, a área externa amplia a experiência ao apresentar máquinas de madeira acionadas pela força da água, evidenciando soluções técnicas desenvolvidas pelos colonos italianos.
Além disso, residências reproduzidas conforme os costumes da época complementam o percurso expositivo, permitindo contato direto com as formas de habitação e organização familiar dos primeiros habitantes de Botuverá.
O conjunto, portanto, consolida o museu como referência para famílias, estudantes, pesquisadores e visitantes interessados em compreender a imigração italiana e seus reflexos na construção do município.
História preservada
Nesse sentido, o Museu do Imigrante cumpre papel fundamental ao preservar a memória coletiva e fortalecer a identidade cultural local.
As visitas, pois, ocorrem de terça-feira a domingo, das 8h às 17h durante a primavera e o verão, e das 8h às 16h no outono e inverno.
Os horários seguem então um padrão estabelecido ao longo do ano, garantindo acesso regular a este patrimônio histórico preservado.
As belas fotos
Por fim, após os anúncios desta edição, uma galeria de fotos amplia a percepção sobre o acervo e evidencia os principais ambientes do museu.
Em complemento, os registros visuais permitem observar, com maior riqueza de detalhes, os elementos que ajudam a contar a história da formação de Botuverá.
Galeria após o apoio comercial
*São eles que então mantém este trabalho/Clique e saiba mais
Oferecimento:
Passado de Botuverá em fotos
*Créditos das imagens: Ciro Groh/O Município >>
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