Das cucas tradicionais às gourmet, das de banana e de vinho até às de passa de cenoura com brigadeiro trufado e gotas de chocolate. Independentemente do gosto do visitante, na 4ª edição do Festival Nacional da Cuca – o Doce Sabor da Tradição Alemã, foram encontradas em só lugar todas as opções dos doces.

Já consolidado em Brusque, o Mercado da Cuca apresentou novidades em relação ao sabor, mas também trouxe uma gama diversificada das já tradicionais iguarias. Além disso, o café colonial do Schmitt Buffet e Eventos, preparado em parceria com o Núcleo de Panificadoras e Confeitarias da Associação Empresarial de Brusque (Acibr) também foi de encher os olhos e atiçar o paladar.

Além das cucas, uma variedade de mais de 30 pratos quentes, acompanhados de frios, queijos, defumados, embutidos, pães, geléias, bolos e tortas. Ao todo, mais de 1, 5 mil pessoas puderam apreciar as delícias durante o festival.

Inovação e qualidade
Desde a primeira edição do evento a Panificadora Sodepan participa do Festival Nacional da Cuca. O segredo do sucesso e das vendas na opinião da empresária Emily Dognini é inovar com produtos de qualidade. Neste ano, por exemplo, a cuca de maça com castanha e merengue foi um sucesso. O doce é uma releitura da cuca gaúcha, feita há anos pela mãe de Emily. “Não é a mesma cuca, fizemos uma versão para a cuca tradicional alemã e foi a mais vendida até agora”, diz.

Além disso, a empresária observa que ter frutas fresquinhas é outro diferencial. Na horta da panificadora eles plantam as frutas que são usadas para as cucas, como a de amora e morango. Além disso, foram trazidos doces de kiwi, figo, frutas vermelhas, queijinho, damasco, entre outros.

“São sabores que na padaria, no dia a dia, não saem tanto. No festival, como tem um valor agregado no produto, podemos criar mais e fazer cucas diferentes que acabam tendo uma ótima aceitação”, afirma.

A Sassipan também trouxe deliciosa cucas para o evento. Ao todo foram 14 opções disponibilizadas, desde as tradicionais banana com farofa, queijinho e vinho até creme belga com frutas vermelhas e farofa e ganache de chocolate com farofa e pedaços de chocolate.

A gerente de Marketing da panificadora, Sara Caetano Sassi, avalia que o público não quer mais apenas as tradicionais, mas sim busca conhecer sabores diferentes. Segundo ela, o evento torna-se propício para que as empresas possam criar essas novidades e apresentar aos clientes e visitantes. “O modo de preparo é normal, o que muda são os recheios, mais elaborados e com produtos mais sofisticados”.

Para agradar mais os visitantes, a Carolina Josefina Boutique de Pães e Doces apresentou, além de cucas inteiras, as iguarias em dois sabores. Uma das que mais fez sucesso, segundo a proprietária Miriam Schaefer Fedeli, foi a gourmet de maça com caramelo e nozes, além da de damasco com queijo.

Ela conta que o público veio especialmente para Brusque para apreciar e comprar as cucas, esperando encontrar produtos diferenciados. Porém, ela avalia também que há um outro consumidor que não abre mão da cuca tradicional, principalmente da de banana com farofa. “Essa é imbatível. Sempre têm pessoas que só vem pra comprar elas”, garante.

“Almojanta”
O químico André Conde, do bairro Primeiro de Maio, aproveitou o Festival Nacional da Cuca para apreciar o delicioso café colonial em família. Ele veio com a esposa, o filho e os amigos para fazer o que chamou de “almojanta”, ou seja, oportunidade de almoçar e jantar.

Ele afirma que o café colonial estava delicioso e com uma variedade incrível de salgados, doces, tortas. “Primeira vez que viemos, mas gostamos muito”, diz.

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