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Edital de licitação da terceira subestação da Celesc em Brusque está atrasado

Documento havia sido prometido pela empresa para setembro, mas deve ser lançado em dezembro

Edital de licitação da terceira subestação da Celesc em Brusque está atrasado

Documento havia sido prometido pela empresa para setembro, mas deve ser lançado em dezembro

O pontapé inicial para a obra da terceira subestação da Celesc atrasou novamente. Em julho deste ano, o presidente da empresa de energia elétrica, Cleverson Siewert, esteve em Brusque e prometeu o edital para a licitação em setembro.

No entanto, a promessa não se confirmou. Por meio de assessoria de comunicação, a Celesc informa que a burocracia é a culpada pelo atraso.

“A terceira subestação de Brusque faz parte do pacote de obras contempladas pelo financiamento pleiteado junto a bancos de fomento internacional. Tal financiamento está em fase final de aprovação”, diz, em nota. O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) deverá financiar a obra, de acordo com Siewert.

Segundo a Celesc, enquanto o edital não é lançado, a empresa está providenciando a compra de equipamentos sob sua responsabilidade. “O lançamento da licitação está previsto para ocorrer em dezembro”, informa no comunicado.

Se o edital for lançado em dezembro, conforme o novo prazo informado pela Celesc, o atraso será de três meses em relação ao prazo inicial.

A obra estava prevista para começar no início de 2018, para ser inaugurada em setembro de 2018. Com o atraso no lançamento do edital, o período de trabalhos deverá ficar para mais adiante.

Neste ano, após idas e vindas, a Celesc anunciou que já adquiriu um terreno na rua São Pedro, em frente à empresa Tecebem. O custo estimado da terceira subestação é de R$ 12 milhões.

Relembre
A terceira subestação da Celesc é uma reivindicação antiga da classe empresarial. As indústrias necessitam de grandes volumes de energia elétrica para operar na capacidade total.

Em 2012, a Celesc começou a tratar com os empresários sobre a necessidade de mais uma subestação. Porém, a burocracia fez com que vários prazos fossem extrapolados.

Agora, se o cronograma daqui em diante for seguido à risca, a subestação no bairro São Pedro será entregue à comunidade cinco anos depois do prazo inicial.

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