Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

Efeitos do caos moral na Europa (2)

Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

Efeitos do caos moral na Europa (2)

Sérgio Sebold

O relaxamento da fé cristã, também se observa na América, particularmente nos Estados Unidos. Grupos minoritários cada vez mais ativos aproveitam para impor suas ideologias anticristãs e antinaturais (ideologia de gênero), empunhando a bandeira do “politicamente correto”, para defesa de suas ideias anárquicas.

São grupos feministas, homossexuais, racistas, de direitos humanos, ateístas… se escudando no direito das minorias como preconiza a democracia; defendendo suas ideologias e usando do espírito do “coitadismo”, buscam a atenção de seus comportamentos, mas nada em termos objetivos de direito.

No fundo se busca minar a base moral implantada pelos 10 Mandamentos de Deus. É o relativismo, onde nada mais é totalmente verdade, e a mentira “pode ser verdade”. Não há mais verdades absolutas. Estamos indo para o abismo, para o caos. As consequências serão trágicas.

A eleição de Trump está sendo vista como uma tentativa de colocar ordem ao caos moral que se está alastrando dentro de seu país, e no resto do mundo. Ele já se apercebeu, que a perda de confiança, criado pelo relativismo moral e cultural, pode ser o fim civilização, pelo caos ético, político e religioso. A tolerância, ou “fechar olhos” à minorias atuantes está solapando as bases cristãs do mundo ocidental, permitida por administrações passadas, na contra mão da grande sociedade americana, que conserva alto espírito moral de seus fundadores. A maioria silenciosa americana é avessa ao “modernismo” de minorias atuantes.

Semelhantemente como ocorreu aos reis católicos da Espanha que defenderam o cristianismo no século XV, das investidas muçulmanas na península ibérica, Trump está oferecendo uma nova cruzada moral neste conturbado século XXI, para defesa de nossa civilização.

Embora com objetivos diferentes, a entrada dos mouros, na península ibérica hoje Portugal e Espanha, se deu a pedido de uma facção dos visigodos, povo bárbaro alemão dominante, que estavam em disputas políticas internas sem fim. A dominação pelos mouros foi longa, mas precisaram menos de uma década para conquistar a região; lá permaneceram por quase oito séculos terminando definitivamente em 1492.

Há certa semelhança com os episódios de hoje, onde a Europa pela redução de sua população se obrigou permitir a “ajuda” dos muçulmanos para ocuparem postos de trabalho. Mas eles não vêm somente para trabalhar, trazem na mochila, crenças, culturas, costumes. Tal como os mouros do tempo passado, estão promovendo impacto cultural na Europa, com atitude diametralmente oposto ao cristianismo.

A missão de Trump deverá ser árdua com o imbricamento ocasionado pela chamada globalização, onde interesses econômicos e políticos de todos os países se acham interligados, com investimentos maciços em petro-árabes nos EUA; com mídia comprada será uma nova cruzada de resultado imprevisível.

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