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Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

Ele voltou…

Sérgio Sebold

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Ele voltou…

Sérgio Sebold

As pessoas que fazem parte da geração do século passado, talvez ainda se lembram de uma música de Nelson Gonçalves, “A Volta do boêmio”, que em meio a sua mensagem romântica esta passagem ainda cantarola em nossa mente.

Mas queremos falar de outro personagem, que deixou a maior mensagem de todos os tempos para todo o universo, que jamais será esquecida: Jesus Cristo. Celebramos por nosso calendário vigente, 2017 anos de seu nascimento nesta terra escolhida e acolhida pelo Criador, manifestação de sua divindade e realeza.

Depois de diversos anos de uma governança ateia do município, que deixaram se levar pela heresia do “politicamente correto”, do falido partido político PT, agora “Ele voltou…” numa forma simples, humilde, ao coração de nossa cidade, na representação do legítimo Natal cristão.

Povo sem tradição, sem raízes culturais e principalmente sem uma fé transcendente e dominante, tende a desaparecer. Observa-se na prática, que mesmo aqueles povos, que não professam a fé cristã, mas tem nas suas raízes culturais, a tradição por uma fé religiosa, até hoje se mantém incólume. É o caso da China pelo Budismo mesmo laicamente comunista; no Japão o Xintoísmo mesmo laicamente capitalista, assim por diante. No momento que o Estado se intromete na intimidade da família de seu povo, buscando sua extinção cultural, no discurso do laicismo levará o país ao caos social. A crença numa fé predominante de um povo é o único cimento social que os mantém unidos.

Um exemplo clássico, onde o governo procurou pela força da baioneta impor o estado laico, a Ex-URSS, se esboroou como um castelo de areia, depois de 70 anos de vigência, ao preço mortal de milhões de cidadãos por esta trágica política. Lenin, Stalin, Khruschew, Mao Tse Tung, Castro…, já se foram, mas a fé de seus povos continua incólume. Infelizmente, mesmo com estes exemplos, muitos ainda teimam defender as teorias do socialismo tardio.

Nos subterrâneos de nossa cultura brasileira, persistem intelectuais comunistóides catequizados em nossas universidades a partir da década de 50, ainda defendem o comunismo, procurando destruir inicialmente os valores cristãos, através das táticas gramscistas de destruir a família, valores pátrios, para depois do caos social implantar sua versão política diabólica.

Entretanto, nosso povo está atento, mesmo que sejam pichados de retrógados, conservadores, arcaicos, não progressistas. Povo que mantém sua tradição de fé, suas raízes culturais, e seus valores na família…, “Ele” sempre voltará no Natal para nossa alegria.

Na modesta representação de nossos valores cristãos, através do presépio na Praça Barão de Schneeburg finalmente “Ele voltou”. Toda sociedade se espelha em seus lÍderes; o retorno do menino Jesus nas praças será um exemplo e benção, para que volte também a todos os lares brusquenses neste Natal.

Parabéns ao nosso prefeito.

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