Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

Eles se autodestruirão – Islã

Sérgio Sebold

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Eles se autodestruirão – Islã

Sérgio Sebold

Segundo nos chega ao conhecimento, o Islamismo tem duas correntes políticas ou dois grandes grupos de crença os Sunitas e os Xiitas. Embora seguem na essência os princípios do Corão, a divergência principal está na natureza do comando ou na chefia: Para os xiitas, o líder da comunidade (Imã) que coordena a oração na mesquita é o herdeiro e continuador da missão espiritual de Maomé o último profeta do Deus de Abraão; enquanto para os sunitas o Imã é apenas um chefe civil e político, sem autoridade espiritual, pertence exclusivamente à comunidade como um todo.

Os sunitas se consideram descendentes de all-Abbas, tio do Profeta, quando em 749 assumiram o controle do Islã, transferindo a capital para Bagdá do Iraque.
Os xiitas, mais radicais, se consideram descendentes diretos de Maomé, através de um primo dele, casado com sua filha Fátima razão que se consideram os verdadeiros Imãs, guias infalíveis na interpretação do Corão; politicamente dominam o Irã e o Iêmen.

A maior parte dos adeptos é Sunita em torno de 85%. Por sua vez, no Iraque a maioria da população é xiita 51%, 42% sunitas, e os demais outras confissões religiosas, mas o governo é sunita. Pela ótica religiosa é de se supor que a guerra civil (em atentados terroristas) e na Síria, se dá por conta desta disparidade política. Por sua vez, os cristãos presentes há mais de 2000 anos, foram reduzidos a uma minoria, não pelo abandono da fé, mas pela proliferação demográfica dos muçulmanos.

Enquanto isso, no mundo muçulmano, há uma disputa sectária entre Irã e Arábia Saudita, de quem representa o verdadeiro Islã. Como Meca é considerada a cidade sagrada onde nasceu Maomé, hoje na Arábia Saudita, está havendo dificuldades dos iranianos irem para sua peregrinação anual do Hajj, tradição de ao menos uma vez na vida ser cumprido este ritual, azedando suas relações.

Outra razão desta rixa é que o Irã é governado por xiitas enquanto a família real saudita é sunita. Esta hostilidade deixou as duas nações do Oriente Médio em lados opostos nas guerras do Iêmen e da Síria, cada uma procurando enfraquecer a influência da outra na região.

Como seus preceitos de fé prevê o uso da violência, oriundas da belicosidade de seus primórdios segundo os historiadores, não será surpresa se os enfrentamentos forem cada vez mais violentos. Embora no mundo cristão houveram guerras bárbaras, não o foram pelo preceito bíblico, mas sim por paixões de poder, interesses econômicos, políticos que acabaram em acordos. Agora, o Islã, pela radicalidade de suas crenças pode levar ao seu extermínio trágico.

Quando os bárbaros invadiram Roma, acabaram todos sendo absorvidos e aculturados pela fé cristã da não violência. Esta proposta contaminou a todos arrebatados na verdade que Jesus ressuscitou dos mortos. Esta verdade convence qualquer um. A hierarquia cristã estende a mão da não violência mesmo com o preço do martírio.

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