Em Brusque, ainda são poucos os idosos no mercado de trabalho, onde enfrentam resistência na maioria dos segmentos econômicos

Apesar das dificuldades, em alguns setores existe mais espaço para quem tem mais de 60 anos

Em Brusque, ainda são poucos os idosos no mercado de trabalho, onde enfrentam resistência na maioria dos segmentos econômicos

Apesar das dificuldades, em alguns setores existe mais espaço para quem tem mais de 60 anos

Com ar tranquilo, um sorriso no rosto e a disposição de menino, seu Amélio Possamai, de 68 anos, é o paizão do depósito central dos Supermercados Archer. 

Ali o senhor já aposentado, que completa 50 anos na mesma empresa no próximo dia 1º de julho, passa oito horas de seu dia, e em poucos minutos na presença dele e dos outros funcionários do local, se vê que o respeito, o carinho e o clima de descontração da equipe com o senhorzinho pra lá de ativo e carismático.

Seu Amélio é um dos 2.543 idosos de Brusque economicamente ativos e ocupados, integrando um movimento que ocorre de maneira diferente em alguns setores da sociedade. 

Enquanto há segmentos com presença ou aumento significativo de mão de obra da terceira idade, outras áreas ainda oferecem resistência para quem ultrapassou os 60.

O caso de seu Amélio é um exemplo de sucesso, mas ele ainda é incomum em Brusque. A sócia-diretora da empresa de gestão de pessoas Tempo e Trabalho, Giomara Kohler Motta, observa que a demanda existe, mas em comparação com outras faixas etárias, é bem menor.

– O que se percebe é um aumento perceptível, e não exatamente acima de 60 anos, mas sim acima de 50, 55 anos. Mesmo assim, o crescimento não é em quantidade que chame atenção. Idosos no mercado de trabalho não é comum ainda, mas já começa a ter mais atendimento a essas pessoas – pontua.

**Leia a matéria completa na edição impressa do Jornal Município Dia a Dia desta sexta-feira, 25 de maio.
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