Em jogo alucinante de oito gols, Criciúma e Brusque empatam no Heriberto Hülse

Bruscão chegou a estar vencendo por 4 a 2, mas sofreu dois gols em cinco minutos

Em jogo alucinante de oito gols, Criciúma e Brusque empatam no Heriberto Hülse

Bruscão chegou a estar vencendo por 4 a 2, mas sofreu dois gols em cinco minutos

A mistura de emoções na partida entre Criciúma e Brusque, no Heriberto Hülse, quase arrebenta o coração dos torcedores. Em jogo de oito gols, o Bruscão conquistou empate na casa do adversário, em um duelo considerado direto pelo título do returno. O 4 a 4 rendeu um ponto precioso ao quadricolor, mas ficou aquela sensação de que poderia mais: a equipe de Pingo vencia por 4 a 2 até os 40 do segundo tempo.

Acorda, Bruscão!

A preguiça costumeira de domingo de manhã pega todo mundo. Não foi diferente com o time do Brusque. Era como se o elenco não tivesse entrado em campo. As ausências de João Carlos, lateral-direito, e Clayton, foram bastante sentidas e a defesa encontrou dificuldades para segurar o veloz e competente time do técnico Deivid.

Sem muitas opções, Pingo acabou fazendo um ‘Frankestein’ com o time titular. Michel Douglas, atacante, jogou de lateral-esquerdo, passando Carlos Alberto para o outro lado do campo. O jogador improvisado não teve grande desempenho, principalmente na marcação, que não é seu forte.

Na troca de passes envolventes e depois de muito sufoco, o Tigre chegou ao seu gol. Aos 13 minutos, Ricardinho, meia que estava impossível na partida, cutucou ela para as redes depois do chute de Barreto. A bola traiu Rodolpho e foi morrer lá dentro.

O Brusque até teve seus momentos, principalmente depois dos 30 minutos de jogo. Ricardo Lobo acertou um chutaço que obrigou Edson a fazer um milagre e, minutos depois, na cobrança de um escanteio, a bola não entrou por detalhes. Mas antes do apito final da primeira etapa, o quadricolor levou mais sustos e acabou saindo barata derrota parcial por 1 a 0.

220 volts

Tudo o que não aconteceu no primeiro tempo foi reservado para o segundo. O empate quadricolor veio aos 21 minutos, com Neguete após bela cobrança de escanteio de Eliomar. Mas não deu nem tempo de comemorar. Alex Maranhão fez o gol pouco depois da saída de bola. Silvinho, que havia acabado de entrar, serviu o camisa 10 que, livre, na entrada da área, colocou lá dentro.

Mas o empate também chegou à jato. Diego Giaretta, contra, marcou após cruzamento de Carlos Alberto. Aí a torcida carvoeira tomou dois golpes na sequência. Primeiro, Ricardo Lobo marcou um golaço por cobertura para cima de Edson, chutando pela direita. Depois, aos 41, em bola brigada por Lobo, ela sobrou limpa para Belusso só tocar na saída de Edson.

Vitória por dois gols de diferença aos 41… tudo resolvido, certo? Errado. O Tigre marcou mais duas vezes, de novo com ele, Alex Maranhão. O cara da partida cobrou falta para as redes e, já aos 47, acertou um pataço da direita que foi morrer na bochecha da rede. Aí sim, fim de papo e 4 a 4 no Majestoso.

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