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Empresa depende de renovação de contrato com massa falida da Buettner para novos investimentos

Copacabana Têxtil utiliza parte da estrutura da Buettner há pouco mais de um ano e emprega 154 funcionários

Empresa depende de renovação de contrato com massa falida da Buettner para novos investimentos

Copacabana Têxtil utiliza parte da estrutura da Buettner há pouco mais de um ano e emprega 154 funcionários

Há pouco mais de um ano ocupando parte das instalações da massa falida da Buettner, a Copacabana Têxtil, empresa do Rio de Janeiro, aguarda uma definição se poderá continuar suas atividades no local para poder planejar novos investimentos no município.

O contrato com a massa falida vai até 1º de maio de 2018. O administrador judicial, Gilson Sgrott, e a juíza da Vara Comercial, Clarice Lanzarini, já acenaram o interesse da renovação do contrato, entretanto, para poder ampliar o seu quadro de colaboradores e fazer novos investimentos, a empresa precisa formalizar a renovação, o que só deve acontecer mais próximo da data.

“Algumas áreas de produção faremos um estudo no segundo semestre de 2018 ou 2019, sobre a viabilidade de continuar aqui ou não. Porém, algumas áreas como tingimento, estamparia e acabamento é de suma importância a permanência no mesmo local de hoje”, destaca o diretor administrativo da empresa em Brusque, José Joacir da Silva.

Atualmente, a empresa conta com 152 colaboradores, ou seja, teve um acréscimo de 52% no quadro desde o início das atividades em Brusque. De acordo com Silva, a Copacabana precisou realizar alguns investimentos na estrutura para poder melhorar a sua produção.

“Fizemos a recuperação da parte estrutural da caldeira e investimentos em teares e em algumas máquinas automáticas do setor de confecção para a melhoria das produtividade. Porém, outros investimentos que se fazem necessários precisamos de uma diretriz quanto à continuidade ou não do aluguel”.

A produção da empresa, que nos primeiros meses era de 70 toneladas, passou para uma média de 120 toneladas mês. O diretor afirma que o objetivo era chegar a 150 toneladas por mês em um ano, entretanto, a meta não foi cumprida devido a problemas encontrados com algumas máquinas.

“Devido ao estado de algumas máquinas, que por estarem obsoletas, não atingiram a eficiência e a qualidade mínima desejada. Outra dificuldade que encontramos foi a migração para energia no mercado livre. Só conseguimos em julho deste ano”.

A empresa iniciou suas atividades no município como fornecedora da Bouton, mas já conseguiu ampliar o seu leque de clientes. Hoje, a Copacabana produz para a Círculo S/A, Estamparia Cores e Tons, Schlösser S/A, Quik Silver (SP) e até março produzirá também para a Toalhas Atlântica, devido ao incidente que afetou a empresa nas últimas semanas.

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