Equipe do Sesi de Brusque está entre as 20 melhores do mundo em robótica

Estudantes tiveram bom desempenho em torneio nos Estados Unidos

Equipe do Sesi de Brusque está entre as 20 melhores do mundo em robótica

Estudantes tiveram bom desempenho em torneio nos Estados Unidos

Os dez estudantes catarinenses do Sesi Escola em Brusque, que participaram de 28 a 30 de abril do torneio internacional de robótica First Lego League (FLL), nos Estados Unidos, conquistaram resultados importantes para o Brasil.

Eles desenvolveram um dos robôs com melhor desempenho da competição (18º), dentre 106 equipes. O grupo de Santa Catarina foi o melhor colocado entre os três times brasileiros que competiram (dois de São Paulo e um do Paraná). O resultado é inédito para o Sesi-SC, da Fiesc.

Para o superintendente do Sesi-SC, Fabrízio Machado Pereira, o resultado mostra o quanto os catarinenses estão evoluindo neste campo. “Vamos avaliar o aperfeiçoamento de nossas competências e de nossos alunos para futuras competições. Queremos trazê-las para o centro da nossa agenda educacional”, comenta. A equipe catarinense também foi indicada como uma das melhores nos quesitos trabalho em equipe e design mecânico do robô.

O projeto desenvolvido por Santa Catarina (Let’s score a goal against the trash) atraiu olhares dos demais países. “O aplicativo que eles desenvolveram permite dar a destinação correta e também a reutilização do lixo eletrônico”, explica o coordenador de desenvolvimento de projetos e produtos do Sesi-SC, Fabiano Bachmann.

A equipe criou ainda um robô feito totalmente de material reciclável, equipado com controle remoto e caracterizado com trajes típicos da Alemanha, por conta da colonização germânica de Brusque, cidade de origem dos competidores.

O FLL é um programa internacional criado para despertar o interesse dos estudantes em temas como ciência e tecnologia dentro do ambiente escolar. Na prática, o desafio desta edição foi criar propostas para lidar com o lixo a partir de uma solução inovadora e apresentar seus projetos de pesquisa.

Os robôs autônomos cumpriram missões na mesa de competição como, por exemplo, levar determinado tipo de lixo para um aterro. Usando peças de lego, os jovens foram avaliados pelo design mecânico, programação, estratégia e inovação utilizados no projeto, além dos valores éticos e profissionais.

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