Exposição no Shopping Gracher aborda experiências com a adoção

Iniciativa do Geaab é alusiva ao Dia Mundial da Adoção e contará com debates na Câmara de Vereadores

Exposição no Shopping Gracher aborda experiências com a adoção

Iniciativa do Geaab é alusiva ao Dia Mundial da Adoção e contará com debates na Câmara de Vereadores

O Dia Mundial da Adoção, no próximo dia 9, será marcado por diferentes atividades voltadas ao tema em Brusque. Desde o início do mês, uma exposição temática de fotos está montada no corredor do Shopping Gracher. Além das fotos, materiais informativos ficam acessíveis para quem circula pelo local.

As ações vão contar também com um debate com o presidente do Movimento Brasil Sem Órfão, Deivid Santos. O evento ocorre no dia 23 de novembro, na Câmara de Vereadores, às 18h. Ele é o segundo do tipo organizado pelo Grupo de estudos e Apoio à Adoção (Geaab).

Por estimativas do Geaab, 71 pessoas aguardam por adoção na comarca de Brusque. Do total, seis pedidos foram feitos por mães solteiras. Em 2018, foram 10 adoções, sendo, duas de bebês.

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Apesar dos números, a presidente do Geaab, Ana Paula Scheffer, acredita que ainda seja preciso avançar no conhecimento sobre a adoção. Para ela, a iniciativa é uma forma de tentar expandir a adoção na região e estimular a redução do preconceito sobre o tema.

Privilégio em falar
A constatação é semelhante à do palestrante do dia 23. David Santos Silva, acredita que a programação auxilie a mudar a percepção da sociedade em relação à criança e quebra de barreiras. “Para nós é um privilégio falar sobre isso, conseguir aproximar este tema das pessoas”.

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Segundo ele, as dificuldades do setor vão além do preconceito, entre elas, destaca a falta de conhecimento sobre o processo de adoção. Para Silva, falta valorização da criança. De acordo com ele, com a atenção voltada à criança, é possível evitar a necessidade de investimentos em outros setores da sociedade.

No país, indica, a limitação de profissionais como assistentes sociais e psicólogos, nas Varas da Infância acaba atrasando o andamento dos processos. ”O Cadastro Nacional permite a adoção em todas as comarcas, mas a realidade delas varia muito. Faltam profissionais por vocação”.

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