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Falta de limpeza no cemitério Parque da Saudade chama a atenção de moradores

Diretor de Patrimônio afirma que a situação acontece devido ao período de férias coletivas

Falta de limpeza no cemitério Parque da Saudade chama a atenção de moradores

Diretor de Patrimônio afirma que a situação acontece devido ao período de férias coletivas

O acúmulo de mato entre os túmulos, corredores e entorno do Cemitério Municipal Parque da Saudade, no bairro Azambuja, tem chamado a atenção de visitantes da área.  O Departamento de Patrimônio e a Secretaria de Obras pretendem normalizar os serviços de limpeza no local nos próximos dias.

Em uma visita ao túmulo da mãe, Luiz Waldrigues, 29 anos, se deparou com um panorama diferente do habitual. Além do acúmulo de mato, parte do muro que deveria limitar o acesso ao cemitério não foi finalizado. Segundo ele, as idas ao local são semanais e esta foi a primeira vez que o cemitério apresentava situação tão precária. “Um pouco de mato, tudo bem, é normal, mas aquilo está abandonado. Achei um descaso”.

Um dos pontos de crítica do morador do Dom Joaquim é o fato de ter encontrado a situação no ano em que se debate o aumento das taxas pagas para manutenção do local. Como mostrado em janeiro por O Município, o valor mensal para manter um jazigo deve passar de R$ 40 para R$ 150, enquanto o sepultamento subiu de R$ 250 para R$ 500.

De acordo com o diretor de Patrimônio, Valdir da Silva, a falta de limpeza é justificada pelo período de férias coletiva e o crescimento acelerado da vegetação durante o verão. Ao todo, 13 pessoas atuam no cemitério. Destes, oito tem funções ligadas à limpeza e manutenção da área. Para Silva, o problema é pontual e deve ser resolvido nos próximos dias.

Serviço reforçado
Até o início da próxima semana, o coordenador de Limpeza da Secretaria de Obras, Cleber Nunes, espera reduzir a demanda por roçadas na cidade e auxiliar no serviço de limpeza do cemitério. Hoje, cinco roçadores e três auxiliares priorizam a limpeza da margem direita da avenida Arno Carlos Gracher, a Beira Rio. “A cidade tem uma demanda grande, mas até sexta-feira ou segunda-feira esperamos terminar ela”.

Os trabalhos de roçada começaram nesta semana. A conclusão, segundo ele, depende das condições climáticas favoráveis. Após o trabalho ao longo da pista e no cemitério, Nunes deve retomar o cronograma habitual de serviço. Bairros como o Planalto, Santa Terezinha e Santa Rita devem ser priorizados.

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