Felipe Belotto cobra retomada de obras que estão paralisadas no município

O vereador centralizou seu discurso na obra da creche do Pró-infância no bairro Santa Luzia

Felipe Belotto cobra retomada de obras que estão paralisadas no município

O vereador centralizou seu discurso na obra da creche do Pró-infância no bairro Santa Luzia

O líder da oposição na Câmara de Vereadores, Felipe Belotto (PT), cobrou, na sessão desta terça-feira,  16, na Câmara, a retomada de obras que estão paralisadas no município. O vereador centralizou seu discurso na obra da creche do Pró-infância no bairro Santa Luzia. Segundo ele, a prefeitura prometeu concluir a obra, “mas não há ninguém lá trabalhando”.

“O povo tem boa fé com quem está governando, mas não gosta de ser enrolado”, disse Belotto, citando o atual governo interino de Roberto Prudêncio Neto. Segundo o líder da oposição, a atual gestão está descumprindo a promessa que fez de não paralisar as obras que estavam sendo tocadas pela gestão anterior.

Em seu pronunciamento, a vereadora Patrícia Freitas manteve as cobranças ao prefeito. Ela citou outras obras, as quais afirma terem sido paralisadas na gestão atual. Patrícia afirma que as associações de moradores têm trazido aos parlamentares diversas cobranças no mesmo sentido.

Vereadores da base contestam as afirmações. Guilherme Marchewsky (PMDB) diz que visitou a obra do Pró-infância no dia 20 de maio e que há uma equipe da prefeitura fazendo avaliação da estrutura para retomada dos serviços.

Alessandro Simas (PR), líder do governo, reconhece que a obra vem se arrastando há muito tempo, e afirma que isso foi causado por “uma empresa pilantra que fez tudo pela metade”. O vereador diz que a obra foi tão mal feita que parte terá que ser derrubada para que a obra recomece. “Agora está sendo feito com responsabilidade”, pontuou.

Belotto cobrou, novamente, que as obras continuem. “O que se espera é que se cumpra aquilo que está sendo dito. Sabemos o caminho árduo que foi para buscar recurso federal fazer as obras. Por ser um governo interino, o prudente seria haver uma continuidade das obras e dos serviços. Ele [Prudêncio] está achando que a cadeira já é dele e dali não sai mais”, concluiu.

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