Gripe H1N1: Igreja pede desativação de pias de água benta e fim dos apertos de mão

Objetivo é colaborar com a prevenção da doença no estado evitando atos costumeiros que acontecem em celebrações religiosas

Gripe H1N1: Igreja pede desativação de pias de água benta e fim dos apertos de mão

Objetivo é colaborar com a prevenção da doença no estado evitando atos costumeiros que acontecem em celebrações religiosas

A Arquidiocese de Florianópolis enviou na tarde de terça-feira, 5, aos párocos e administradores paroquiais de Santa Catarina orientações referentes à gripe H1N1. O objetivo é colaborar com a prevenção da doença no estado e evitar atos costumeiros que acontecem em celebrações religiosas.

Mesmo antes da recomendação oficial, o Santuário Nossa Senhora de Azambuja havia desativado a pia de água benta da entrada da igreja. A ação foi realizada no fim da semana passada. Em outros anos, o santuário também adotou medidas para prevenir a gripe A. Além da água, foi retirado das missas o aperto de mão no momento da paz.

O arcebispo de Florianópolis, Dom Wilson Tadeu Jönck, diz que sabe que em momentos como este, o pânico é um comportamento prejudicial. “Não se pode, por outro lado, deixar de tomar medidas que, embora simples, são de grande eficácia para impedir a difusão de um vírus como o H1N1”.


Recomendações

  • Aproveitar as reuniões, os encontros e outros contatos com paroquianos, a fim de esclarecê-los sobre as medidas preventivas indicadas pelas autoridades competentes para se evitar o contágio com a doença e, se for o caso, para se verificar o modo de tratá-la
  • Manter os ambientes da igreja (salões paroquiais e salas de reuniões) sempre bem arejados
  • Desativar a pia de água benta na entrada das igrejas
  • Evitar apertos de mão dos ministros da acolhida, na entrada do povo para as celebrações
  • Nas celebrações, evitar tanto o gesto de dar as mãos durante a oração do Pai Nosso, como a saudação da paz
  • A Comunhão deve ser distribuída nas mãos dos comungantes
  • Evitar a distribuição da Comunhão com hóstia e vinho
  • Ministros da Comunhão que estiverem gripados ou resfriados não devem auxiliar na distribuição da Comunhão, enquanto se encontrarem doentes
  • Ministros devem observar a norma de lavar as mãos antes e depois da distribuição da Comunhão
  • Colaborar com a difusão de cartazes, folders e folhetos orientativos sobre os cuidados essenciais com a saúde e de prevenção contra a nova gripe e expô-los de forma visível, em locais de circulação dos fiéis
  • Recomendar aos paroquianos que estiverem gripados ou resfriados que evitem participar das reuniões promovidas pelas pastorais paroquiais, até que estejam curados da doença.

 

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