Gtam oferece opções para condomínios se adequarem à coleta seletiva

Reunião esclarece como funciona a coleta do lixo seco e limpo e esclarece dúvidas

Gtam oferece opções para condomínios se adequarem à coleta seletiva

Reunião esclarece como funciona a coleta do lixo seco e limpo e esclarece dúvidas

Administradores de condomínios, síndicos e representantes de associações de moradores se reuniram na noite desta terça-feira, 4 de junho, na Prefeitura de Brusque para conhecer o novo cronograma ampliado do programa de coleta seletiva. Com o novo serviço, os moradores poderão separar o lixo seco e limpo do úmido para a coleta: papel, papelão, latas/alumínio, plásticos, metais e vidros. A iniciativa é uma parceria do Grupo de Trabalho Ambiental Municipal (Gtam) e da empresa Recicle. No encontro, foram discutidas as dificuldades dos moradores de condomínios, que pela falta de hábito ou de estrutura adequada não colaboram com a separação.

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Kelle Cristina Leite Henschel, coordenadora de educação ambiental e gestora de resíduos sólidos do Gtam apresentou modelos que podem ser implantados nos prédios, como uma sala de reciclagem, com containers de uso comum em ambiente fechado, ou ainda container fixo ao ar livre, além de outros modelos alternativos já aplicados em condomínios do Brasil e do mundo. 

A diretora de planejamento do Instituto Brusque de Planejamento (Ibplan), Carolina Meireles, lembra que atualmente a legislação não regulamenta a localização ou tamanho das lixeiras em prédios, apenas a obrigatoriedade de ter uma disponível. “Queremos mudar essa questão, regulamentar as lixeiras já nas aprovações das novas construções. Haverá duas opções para os novos prédios, ou uma sala de reciclagem ou uma lixeira dimensionada, virada para o passeio público”, afirma. Para Carolina, no entanto, o maior problema está nos edifícios já construídos, que não foram pensados para atender essa demanda. 

Para o presidente da Associação de Moradores do Bairro Santa Terezinha, Aguinaldo Bueno Lopes, independente da forma como for implantado, a dificuldade está no imediatismo das pessoas. “Temos que pensar que estamos mudando nossos hábitos pela gente, mas principalmente pelo bem comum, dos nossos filhos e netos. É um processo a longo prazo”, afirma.


> Confira reportagem completa na edição desta quarta-feira, 5 de junho, do Jornal Município Dia a Dia
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