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Hospital Azambuja apresenta novo gestor, que terá negociação complicada com a prefeitura

Hospital Azambuja apresenta novo gestor, que terá negociação complicada com a prefeitura

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Novo gestor
A direção do Hospital Azambuja apresenta nesta terça-feira, às 9h30, o novo administrador da instituição, que assume o cargo ocupado por Fabiano Amorim, desde 2013. Amorim deixou o hospital em dezembro passado, alegando razões particulares. Ele foi nomeado para comandar o Azambuja pelo ex-prefeito Paulo Eccel, quando este decretou intervenção no hospital, após ameaça de fechamento do pronto atendimento. Passado o tempo de um ano, com o retorno do comando à igreja, Amorim foi mantido no cargo.

Desafios
O novo gestor, cujo nome ainda não foi divulgado pela direção do hospital, terá um grande desafio neste ano: a negociação com a prefeitura para reajuste do contrato firmado. No fim de 2017, fechou-se um contrato emergencial depois de muito atrito entre Amorim e a Secretaria de Saúde, inclusive com trocas de farpas de cunho pessoal destinadas ao titular da pasta, Humberto Fornari. Mas, logo em março, uma nova negociação terá que ser feita.

Contas divergentes
O impasse desse tipo de negociação, que é recorrente todos os anos, é que as contas de ambas as partes não fecham. Por um lado, o Azambuja alega déficit no recurso repassado pela prefeitura, tendo em vista a quantidade de atendimentos. O Município, por sua vez, cobra mais transparência na prestação de contas e no uso dos recursos públicos. O que se avizinha é uma negociação complicada.

A somar
Soma-se a isso, ainda, as dificuldades financeiras da Secretaria de Saúde. O entendimento do governo, e o que os números mostram, é que não há mais de onde remanejar dinheiro para a pasta, que já consome entre 21 e 23% da receita líquida do município, bem mais do que os 15% estipulados como mínimo. A prefeitura também precisa lidar com a cobrança do governo federal para abrir a UPA 24 horas, a qual, se ocorrer, demandará ainda mais recursos. Com isso, a pactuação feita com os hospitais tem sido cada vez mais “vigiada” pela prefeitura.


Farra do ponto
O “Fantástico” da Rede Globo exibiu neste domingo um caso profissionais de medicina do Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS), têm recebido salário mesmo sem atender pacientes. Segundo a reportagem, eles registram a entrada, deixam o hospital e só voltam no fim do expediente, para marcar a saída. Dois médicos e um cirurgião dentista foram flagrados fazendo desta a sua rotina: eles vão para a academia, fazem compras e atendem em clínica particular durante o horário de trabalho. No mesmo tempo, pacientes ficam esperando atendimento na fila.

Caso semelhante
O caso é semelhante ao que aconteceu em Brusque, mostrado por O Município, em que em um único mês menos de 30% dos médicos da Secretaria de Saúde comprovaram assiduidade, e outros não apareceram para trabalhar um dia sequer. No caso de Sorocaba, tanto o Conselho Regional de Medicina quanto a Secretaria de Saúde se manifestaram informando que haverá punição.

Nenhuma atitude
Por aqui, nenhuma entidade comentou o caso, tampouco se tem notícia de que alguma investigação foi aberta para investigar o caso, já que os órgãos competentes parecem não considerá-lo importante. A Associação Brusquense de Medicina (ABM) e o Sindicato dos Médicos de Santa Catarina (Simesc), autointitulados paladinos da Justiça, que se apressaram a criticar o jornal O Município por causa de editorial publicado, no qual cobrava assiduidade dos médicos, estão em silêncio sepulcral desde que foram divulgadas as provas de inassiduidade desses profissionais.


Sombra na praia
Outra reportagem do “Fantástico” destacou a falta de sol na praia de Balneário Camboriú já no meio da tarde. A matéria tratou do fato da altura dos prédios fazer com que a sombra invada a praia logo no começo da tarde, e o suposto desagrado que isso traz aos banhistas.

Repercussão
O tema gerou bastante repercussão em solo catarinense, sobretudo nas redes sociais. O empresário Luciano Hang, da Havan, inclusive gravou um vídeo em sua página do Facebook para criticar a reportagem da Rede Globo, que “está sempre do lado errado, mostrou uma Camboriú com sombra no final do dia e vento nas ruas”.


Manifestação
Moradores da região de Porto Belo e Itapema fizeram uma manifestação neste fim de semana para chamar a atenção das pessoas sobre a situação do rio Perequê, que é seguidamente afetado pela poluição. Moradores reclamam de dejetos despejados no rio por empresas e moradias. Há mortalidade de peixes e água visivelmente contaminada. Eles cobram uma resposta mais enérgica das autoridades àqueles que poluem o rio.


Falta de informação
A menos de três semanas de ser realizado, o Grand Prix de Futsal, que reunirá diversas seleções em Brusque, inclusive a brasileira, está cercado de desinformação. Não há divulgação sobre preços e formas de se obter os ingressos e, na Fundação Municipal de Esportes (FME), ninguém sabe de nada sobre o assunto.

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