Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

Imigrantes sim, intolerantes não

  • Por Sérgio Sebold
  • 6:30
  • Atualizado às 16:09
Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

Imigrantes sim, intolerantes não

  • Por Sérgio Sebold
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O ser humano sempre foi um nômade. A arqueologia ao chafurdar entulhos do passado constata esta verdade. A necessidade de novas terras, para cultivo, criação de gado, obriga-os buscarem novos espaços para suas futuras gerações. Nossos pais ou ancestrais foram um dia imigrantes.

Os europeus que vieram para América recém “descoberta”, encontraram uma imensa área virgem, a não ser um punhado de povos nativos com 50 milhões segundo historiadores. O contágio com europeus reduziu dramaticamente este contingente no primeiro século para 10 milhões, por doenças trazidas dos novos imigrantes, uma simples gripe ou varíola europeia dizimou milhões de indígenas.

O Brasil desde o Império, sempre foi aberto e generoso com as migrações, onde hoje somos um caldeirão étnico acampado em todos os quadrantes desse país. A miscigenação correu solta, principalmente entre portugueses dominadores desta vasta região e os africanos que vieram para cá como escravos forçados e não imigrantes. Hoje metade da população, tem algum gene africano correndo em suas veias.

Uma nova horda de migrantes surge agora no horizonte, fugindo da fome, guerras étnicas e religiosas, desemprego, da Ásia e África.

Novamente o Brasil se mostra “generoso” através de uma legislação fora do espírito soberano do país; alimentado por uma visão ideológica marxista, sem qualquer critério e respeito aos que construíram este país de nossos antepassados. A legislação do tempo do Império tinha critérios de exigências para atender situação calamitosa que vivia a Europa em termos de emprego. Os que vieram integrar a grande pátria brasileira recebiam apenas um kit de ferramentas agrícolas e sementes por família. Com estes tinham que se virar no mato adentro. Não havia as chamadas “garantias sociais”, nem ideologias funestas de nossos dias. Na sua bagagem alem da esperança, traziam uma herança cultural de fé cristã, trabalho, ética e respeito ás leis.

A recente Lei de Migração aprovada pelo Senado permite a entrada de muçulmanos cuja cultura está destruindo a Europa; uma afronta a soberania e segurança do país.

Elaborada nos porões palacianos, teve apoio do Ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes (ex-terrorista) abrindo as portas para o mundo Islâmico e outras etnias estrangeiras no Brasil; permite que todos os imigrantes, tenham um kit de direitos como porte de armas, Bolsa Família, SUS, emprego, moradia, ensino público, previdência Social e outras bondades. Os refugiados terão ainda direito de criarem associações, movimentos sociais, sindicatos, ONGs, partidos políticos e participarem de manifestações(?).

Provavelmente receberão ainda uma cartilha do MST, Kit gay, camisinhas, bandeirinha da CUT, manual de guerrilhas…, tudo na língua de origem bem ao gosto do guerrilheiro terrorista. Este é o kit do século XXI, do “politicamente correto”.

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