Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

Inversão de valores destruindo o Brasil

Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

Inversão de valores destruindo o Brasil

Sérgio Sebold

Quando Trump taxou a ONU, de organismo inepto e desagregador da humanidade, que não está servindo pra nada, dominada pela ideologia socialista, houve uma gritaria geral, particularmente pela grande mídia “esquerdozóide”; usando suas prerrogativas, a ONU está impondo ao mundo seu veneno da subserviência politica, a ideologia socialista.

A grande maioria das nações, são países do terceiro mundo, fáceis de convencê-las pela fragilidade política e econômica. Todos os órgãos da ONU foram contaminados pelo socialismo, desde a Unesco (educação e cultura), OMS (vigilância sanitária), Unicef (defesa da infância), FAO (segurança alimentar), HRW (proteção aos direitos humanos)…

A Venezuela está sendo destruída por um ditadorzinho pé de chinelo; na Bolívia, um capachildo de Cuba; o Brasil na corda bamba dominada por setores chaves de políticos ingênuos, aproveitadores para tirar uma casquinha, tem por trás uma camarilha de intelectuais do socialismo tardio. Se a China tem algum sucesso foi graças ao “amalgamento” com o capitalismo livre.

Temos um presidente apático aos problemas do país, politicamente antipático, enrolado até o pescoço com as artimanhas da corrupção viciada desde os tempos de deputado. Mas apesar de tudo está fazendo um esforço (o único) heroico para tirar o Brasil, do colapso previdenciário. A sociedade brasileira tem que entender que do ”couro sai as correias”. Estes mesmos que hoje fazem oposição, pagarão no futuro quando suas aposentadorias desaparecerem.

A inversão dos valores tomou conta da sociedade por uma politicalha vazia. Por exemplo, quando ocorre um crime (assalto, roubo, homicídio…), ele (o Estado) tem por obrigação apresentar ao juiz dentro de 24 horas, na presença do promotor, um advogado, as razões do delito. Essa audiência é unicamente para saber como foi a ocorrência, para que o juiz tenha elementos para julgamento. Só que pela legislação dos “direitos humanos” a atenção toda passa ser em cima do policial, de como agiu, se foi necessário algemá-lo e com cuidado, ou teve que usar de força física. Mas para o acusado, se foi bem tratado na delegacia e outras amenidades. Ou seja, a polícia é a que está sendo avaliada e não o praticante do delito. “Ele” vai dizer que foi agredido ou torturado pelo policial sendo suficiente mostrar alguns arranhões pelo corpo

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