Conteúdo exclusivo para assinantes
José Francisco dos Santos

Mestre e doutor em Filosofia pela PUC/SP, é professor na Faculdade São Luiz e Unifebe, em Brusque e Faculdade Sinergia, em Navegantes/SC e funcionário do TJSC, lotado no Forum de Itajaí/SC.

Mais gênero!

José Francisco dos Santos

Mestre e doutor em Filosofia pela PUC/SP, é professor na Faculdade São Luiz e Unifebe, em Brusque e Faculdade Sinergia, em Navegantes/SC e funcionário do TJSC, lotado no Forum de Itajaí/SC.

Mais gênero!

José Francisco dos Santos

Na última prova do ENADE, que avalia os cursos superiores do Brasil, a pauta ideológica da esquerdopatia que domina a cultura e a Educação no país marcou presença mais uma vez, como era de se esperar. No meio de tantas questões prementes que envolvem o mundo e o país, uma das questões discursivas era sobre o nome social das pessoas “trans”, na qual o estudante deveria propor políticas inclusivas para a cidadania dessas pessoas. Imagino que quem ousar discordar desse viés, mesmo numa resposta muito bem fundamentada e bem escrita, deverá levar bomba na correção. Não custa lembrar, mais uma vez, o que está por trás de tanta insistência. São bilhões de dólares despejados por grandes fundações globalistas, que querem fazer avançar no mundo, a todo custo, a pauta esquerdopata que inclui o tal “gênero”, o aborto, o “empoderamento” das mulheres e qualquer tópico que possa apressar a queda da cultura cristã ocidental. Recentemente, a Coca Cola entrou nessa onda, mesmo contrariando uma regra básica de marketing, de não contrariar o púbico consumidor. A explicação está, segundo o site “Mídia Sem Máscara”, nos bilhões destinados por um dos acionistas da empresa para essa agenda. É uma guerra insana, que não se trava numa discussão intelectual, mas na manipulação da sensibilidade, através de propaganda massiva. A Fátima Bernardes fala disso quase diariamente no seu programa, todas as mídias comuns bombardeiam o imaginário público, as crianças são “pegas” ainda na sua tenra formação sensível. As opiniões contrárias quase não aparecem.

É uma guerra assimétrica, para usar um termo caro ao filósofo Olavo de Carvalho, com certeza o mais arguto intérprete do mundo contemporâneo. A desproporção do bombardeio é tal que as opiniões se tornam desbaratadas, e uma verdadeira consciência crítica fica cada vez mais distante. O mesmo Olavo de Carvalho dá uma definição irretocável para essa loucura de “gênero”, no mesmo site “Mídia Sem Máscara”, cuja leitura recomendo efusivamente para quem quiser se desintoxicar da mídia mascarada. Segundo o filósofo, o objetivo desse bombardeio é alterar a nossa percepção comum das coisas. Os homossexuais vivem como querem há muito tempo, portanto, não se trata de defesa de seus direitos. O que se quer é alterar a nossa percepção, proibir-nos de perceber que um homem vestido de mulher não é uma mulher. Veja, o problema não é que a pessoa viva e expresse sua fantasia sexual. Essa parte está mais que garantida. Nós é que precisamos ser alterados agora. A percepção normal de estranheza diante do fato é considerada homofobia. Essa estratégia de dominação mental já está em vigor, como já disse em outras ocasiões, com a mudança do vocabulário, com a criação de palavras vazias e capciosas, como “homoafetividade”. Repito, isso nada tem a ver com direitos humanos, mas com um megaprojeto de revolução cultural, cujos financiadores estão se lixando para os homossexuais, usados apenas como idiotas úteis e massa de manobra.

Conteúdo exclusivo para assinantes

Quero assinar com preço especial
[Acesse aqui]

Sou assinante

Sou assinante do impresso,
mas não tenho login
[Solicite sem custo adicional]

Tire suas dúvidas, em horário
comercial, pelo (47) 3351-1980

Colabore com o município
Envie sua sugestão de pauta, informação ou denúncia para Redação colabore-municipio