Mais um caso de Influenza A (H1N1) é confirmado pela Maternidade e Hospital Evangélico de Brusque

Duas pessoas estão internadas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. Um terceiro caso suspeito foi descartado com o resultado do exame negativo

Mais um caso de Influenza A (H1N1) é confirmado pela Maternidade e Hospital Evangélico de Brusque

Duas pessoas estão internadas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. Um terceiro caso suspeito foi descartado com o resultado do exame negativo

A Maternidade e Hospital Evangélico de Brusque (HEM) informa que estão confirmados dois casos de Influenza A (H1N1) no hospital. Uma jovem de 20 anos, confirmado desde terça-feira, 15 de maio, e um paciente de 47 anos do sexo masculino, diagnóstico confirmado nesta segunda-feira, 21. Ambos estão internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. O outro caso suspeito foi descartado com o resultado do exame negativo.
O HEM também informa que o horário de atendimento da Sala de Vacinas é das 13h às 19h e que para diminuir a quantidade de pessoas que precisa ir até o hospital, realiza parcerias com empresas disponibilizando uma funcionária treinada para aplicar a vacina na própria empresa. 

O objetivo é reduzir a demanda da vacina no próprio hospital, agilizando o atendimento. De acordo com a gestora do hospital, Ilse Barboza, é necessário que os colaboradores das empresas que vão receber a vacina no seu local de trabalho aguardem ser atendidos.

– Mesmo com as parcerias em empresas, muitos colaboradores têm vindo até aqui para tomar a vacina e não aguardam irmos até a empresa – relata.

 
De terça-feira, 15, até esta segunda-feira, 21, ao meio-dia, foram aplicadas cerca de 1.200 vacinas. Ilse explica que apesar da aplicação da vacina estar sendo feita nas empresas, a quantidade de pessoas que tem procurado o hospital é grande.

– Pedimos paciência da população, pois somente a Maternidade e Hospital Evangélico de Brusque possui a Sala de Vacinas na cidade e por mais que gostaríamos de atender todos no momento em que chegam no hospital, é inviável, pois nossa demanda é de uma cidade com mais de 100 mil habitantes, mais as cidades da região, como Guabiruba e Botuverá. Outra questão é quanto às empresas que entregam vacinas. Com a grande procura, elas começam a ter dificuldades em atender nossos pedidos. Estamos administrando o estoque para conseguir atender a todos – afirma.

 
Segundo Ilse, as pessoas podem ligar para o hospital para verificar o movimento da Sala de Vacinas, para evitar espera no atendimento.
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