Moradores da rua Nova Trento cobram agilidade na obra

População fica preocupada com paralisação de alguns dias na obra; prefeitura afirma que tudo está dentro da normalidade

Moradores da rua Nova Trento cobram agilidade na obra

População fica preocupada com paralisação de alguns dias na obra; prefeitura afirma que tudo está dentro da normalidade

Moradores da rua Nova Trento estavam preocupados com a paralisação das obras de pavimentação no local. Segundo eles, os trabalhos ficaram parados por alguns dias, o que causou estranhamento na população.
“Na semana passada não tinha nenhum funcionário trabalhando. Estava tudo parado. Parece que de vez em quando vai alguns funcionários lá para dar uma olhada, mas não estavam mexendo em nada”, diz a cabeleireira Janine Demetrius.

Ela ressalta que os moradores temem que as obras paralisem e a rua fique interditada mais tempo que o necessário. “Sabemos que a rua vai ficar boa depois, só que temos medo que a prefeitura não termine a obra, que fique igual Azambuja, que ficou dois anos lá para terminar. Os moradores precisam ficar em cima para que a obra termine”, afirma.

Por outro lado, o diretor do Departamento Geral de Infraestrutura (DGI), Artur Antunes Pereira, afirma que as obras no local seguem normalmente. “Na terça-feira tivemos um problema com a máquina, mas hoje (ontem) já voltaram.
Na semana passada, um ou dois dias eles ficaram ausentes porque fizeram caixas de passagem e era preciso esperar secar para dar continuidade, porque com mais escavações previstas, danificaria o trabalho recém-feito, mas não existe nenhum tipo de paralisação”, garante.
De acordo com ele, a interrupção nos trabalhos é normal por causa do deslocamento de máquinas. “Até certo tamanho de tubo pode usar uma máquina pequena, e quando a tubulação fica maior tem que ter uma máquina mais potente, e aí deslocam uma máquina e outra, e por isso há uma interrupção, mas até o momento a nossa equipe de fiscalização não presenciou nada de irregular”.

Neste momento, a obra se concentra na implantação de tubulação e construção de caixas de passagem. “A meta é concluir essa parte de tubulação o mais rápido possível para partir para a parte de pavimentação e confecção das calçadas. Essa parte da tubulação é a que mais causa inconvenientes, tem uma agilidade baixa porque é escavação e, por isso, demora mais tempo para executar”, diz.

O diretor do DGI tranquiliza a população. “As paralisações são coisas normais. A população tem uma expectativa muito alta, mas é normal que as equipes que fazem as caixas de passagem tenham que se realocar porque é um serviço a céu aberto e depende do clima. É normal pequenos intervalos de um ou dois dias, o que não vai acontecer e não está acontecendo é o abandono da obra porque temos que acabá-la em até seis meses, sob pena de multa e outras penalidades”.

 

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