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Clube Filatélico Brusquense celebra 90 anos com lançamento de carimbo e selo comemorativos

Evento foi realizado nesta segunda-feira, 21, na Sociedade Esportiva Brusquense

Para marcar os 90 anos de fundação, o Clube Filatélico Brusquense realizou nesta segunda-feira, 21, uma cerimônia comemorativa na Sociedade Esportiva Bandeirante, onde foi feito o lançamento oficial de um selo personalizado e de um carimbo comemorativo, ambos emitidos pelos Correios do Brasil.

A programação foi conduzida pelo presidente do clube, Jorge Paulo Krieger Filho, e reuniu filatelistas, autoridades locais e convidados, como o vice-prefeito Deco Batisti e a superintendente estadual dos Correios, Elisiane Laurindo.

O desenho do selo lançado é uma reprodução do Olho de Boi, impresso pelo governo brasileiro em 1843. Foi a primeira série de selos postais emitidos pelo país, segunda do mundo de circulação nacional.

Selo e carimbo foram lançados em parceria com os Correios | Foto: Bruno da Silva/O Município

São nove décadas de promoção da filatelia, cartofilia, numismática e outras formas de colecionismo. A entidade foi fundada em 21 de julho de 1935 pelos brusquenses Ayres Gevaerd, Érico Jorge Krieger, José Boiteux Piazza e Oscar Gustavo Krieger.

O clube é o mais antigo em atividade em Santa Catarina e um dos dez mais antigos do país.

Cerimônia foi realizada nesta segunda-feira, 21 | Foto: Bruno da Silva/O Município

Presidente do clube, Jorge Paulo Krieger Filho, destaca a importância do clube para a cultura da cidade. "Os selos dos países sempre representam algo de suas culturas, geografia, história, folclore, etc. Através desse pequeno pedaço papel, podemos viajar o mundo afora. Temos também levado essa ideia para crianças de escolas do município. A filatelia é um hobby que traz muito conhecimento", ressalta.

Cerimônia foi realizada nesta segunda-feira, 21 | Foto: Bruno da Silva/O Município

Presidente da Fundação Cultural Catarinense (FCC), Maria Teresinha Debatin valoriza o trabalho do clube. "Quando fui convidada, não pensei duas vezes. Sempre que vem um convite daqui, eu procuro estar presente. A história que é contada hoje não é importante apenas para nós, que estamos aqui presentes, mas também para aqueles que ainda nem nasceram. O selo é um resgate histórico".

Reitora da Unifebe, Rosemari Glatz ressalta o valor histórico do trabalho do clube. "Cada selo, cada moeda, cada postal, tem o seu valor histórico. Preservar e compartilhar essa memória, mostrar o que cada um significa, é uma forma diferente, mas muito concreta, na qual a gente pode promover inclusive a educação".


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