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UPA de Brusque paralisa trabalhos e não está recebendo novos presos

Medidas da operação Legalidade estão sendo colocadas em prática

A Unidade Prisional Avançada (UPA) de Brusque não está recebendo novos presos. A paralisação se trata de uma medida da operação Legalidade, aderida por policiais penais de Santa Catarina em protesto à superlotação nas unidades prisionais e à reforma da previdência proposta pelo governo do estado.



Até o momento, cerca de 30% das unidades prisionais de SC já aderiram à paralisação e não estão recebendo novos presos, incluindo a UPA de Brusque. O presidente do Sindicato dos Policiais Penais e Agentes de Segurança Socioeducativos, Ferdinando Gregório, afirma que a paralisação ocorre por tempo indeterminado.



A operação Legalidade foi definida em assembleia e prevê o trabalho "nos limites em que a lei permite", como forma de protesto aos últimos acontecimentos que descontentam policiais civis, penais e outros do mesmo segmento. A paralisação é por tempo indeterminado.



“Ficou definido o ‘start’ da operação Legalidade no término da assembleia. Nesta quarta-feira já recebemos a confirmação de mais de 30% de adesão. Todos os canteiros de trabalho nessas unidades já estão completamente parados. Não estamos recebendo presos”, afirma Gregório.



Questionado se Brusque fazia parte das cerca de 30% das unidades prisionais já paralisadas no estado, o presidente do sindicato confirmou a participação do município. “Está parado em Brusque também, sem recebimento de presos e sem que os canteiros de trabalho funcionem, seguindo a cartilha da operação legalidade”, diz.

Manifestações


A superlotação nas unidades prisionais de SC motivam o não recebimento de novos presos. A Unidade Prisional Avançada (UPA) de Brusque, por exemplo, tem capacidade para 88 detentos, e atualmente está com 144.

A superlotação nas unidades prisionais de SC motivam o não recebimento de novos presos. A Unidade Prisional Avançada (UPA) de Brusque, por exemplo, tem capacidade para 88 detentos, e atualmente está com 144.

Uma das medidas propostas no texto da reforma da previdência, e que descontenta policiais e membros das demais instituições, é o tratamento diferenciado com outros órgãos de segurança pública, incluindo Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, um dos principais motivos que incentivam os protestos no estado.

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