Obras de três bacias do PAC estão paralisadas

Parque das Esculturas aguarda aprovação da Caixa para Sulcatarinense continuar com as obras. Em Nova Brasília e Azambuja a espera é pela rescisão ou não do contrato com a JM Terraplanagens

Obras de três bacias do PAC estão paralisadas

Parque das Esculturas aguarda aprovação da Caixa para Sulcatarinense continuar com as obras. Em Nova Brasília e Azambuja a espera é pela rescisão ou não do contrato com a JM Terraplanagens

Três obras do PAC estão com seus cronogramas atrasados e paralisados, segundo apurou o Jornal Município nesta quarta-feira, 2 de maio.

As obras do Parque das Esculturas aguardam aprovação de aditivo financeiro para a Sulcatarinense, empresa vencedora da licitação para execução das obras, enquanto as obras em Nova Brasília e Azambuja esperam pela rescisão (ou não) do contrato com a JM Terraplanagens, que também quer aditivo.

A Prefeitura de Brusque assinou contrato com a Sulcatarinense há um ano, no valor de R$ R$ 16,3 milhõs, e com prazo de 12 meses para conclusão das obras.

Já a empresa JM Terraplanagem Construções LTDA alegou, em abril deste ano, dificuldades para trabalhar no solo brusquense. Então paralisou as obras e solicitou aditivo de R$ 4 milhões para continuar os trabalhos. 

A JM venceu a licitação em 2011 com uma proposta de R$ 15,4 milhões. Se confirmada a rescisão, deve ser chamada a segunda colocada no processo, a Catedral Construções Civis LTDA, de Curitiba, que concorreu com proposta de R$ 15,7 milhões.

O coordenador técnico do PAC, Leandro Mondini, informa que a Sulcatarinense não pode ser multada, uma vez que parou com a execução das obras por conta de condições que independem dela, como a liberação do aditivo do projeto.  

Mondini também relata que ainda não foi definido se o contrato com a JM Terraplanaghem vai ser rescindido.

– A empresa foi notificada duas vezes para retomar a obra, só que a empresa não se posicionou. Estamos aguardando os prazos legais para resolver a situação –  informa.

Ele diz que a alegação da JM para pedir acréscimos de valores, de instabilidade do solo, é inaceitável, uma vez que outras empresas também encontraram o mesmo problema e conseguiram contornar. 

** Confira mais detalhes sobre o assunto na edição impressa do MDD desta quinta-feira, 3

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