Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

Ocidente, paraíso para os muçulmanos

Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

Ocidente, paraíso para os muçulmanos

Sérgio Sebold

No mundo ocidental se um imigrante (muçulmano) cometer um delito (não morte) o máximo que pode acontecer é ir para cadeia gozar uma excelente estadia. Com algumas exceções, alguns estados dos EEUU, fruto da cultura anglo-saxônica adotam a pena de morte, depois de esgotarem todos os recursos do direito de defesa.

O risco de morte que os muçulmanos impõem para os outros fora de sua cultura é praticamente zero no ocidente. Por isso, quando são presos por algum delito, segundo legislações ocidentais, até debocham na cara do agente pela benevolência jurídica. Na cultura muçulmana prevalece a lei da vingança: o perpetrador do crime é punido com a mesma injúria que causou à vítima. Se matou a vitima então ele deve morrer. Se cortou ou injuriou um membro da vítima, então seu próprio membro será cortado ou injuriado se isso for possível sem matar o criminoso. É a milenar pena de talião, “dente por dente, olho por olho” é a chamada lei da retaliação. Para eles, que vivem ainda no espírito da idade média, quando roubar se corta uma mão, quando falar mal de alguém levam chibatadas; na civilização cristã tem um esquadrão de advogados com todos os argumentos de direito, para salvá-los ou amenizar o tempo de prisão.

Que beleza viver no paraíso cristão. O castigo é apenas perder a liberdade por algum tempo com todas as mordomias, que a civilização estabeleceu pelo “politicamente correto”. Não é para menos que os bandidos de lá se sentem tão bem na Europa. Aqui deve ser o paraíso, com uma quantidade maior de “virgens” que prometeu Maomé, para aqueles que se sacrificam pela fé. Aqui tem virgens demais para serem estupradas sem necessidade de se auto sacrificar. Devem pensar, – aqui talvez seja melhor do que no outro lado; pode não ser verdade, ai nós se ferramos.

As autoridades alemãs são as que estão sentindo o maior impacto deste comportamento pela sua benevolência (ou falta de mão de obra), aos oriundos das regiões muçulmanas. Na sua doutrinação, o Corão despreza os cristãos e judeus, dizendo dos muçulmanos: “Sois a melhor nação que surgiu na humanidade, porque recomendais o bem, proibis o ilícito e credes em Deus. Se os adeptos do Livro (a Bíblia cristã) crescem, seria melhor para eles. Entre eles há fieis; porém, sua maioria é depravada”. (Corão 3, 100/110). Infelizmente, a última frase não deixa de conter certa verdade.

A “melhor nação” leva a comunidade a um ufanismo exagerado, promovendo o fanatismo e violência de perseguição aos cristãos; presunção de serem superiores. Assim, quando são encontrados em violação de uma lei no país anfitrião riem em deboche da cultura ocidental, como se eles fossem superiores culturalmente. Aqui não há risco de a espada cortar seus pescoços.

Com leis benevolentes e tolerantes, haverá necessidade de rever alguns códigos da sociedade local. Uma delas seria a simples deportação, voltar a seu inferno civilizatório.

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