Polícia conclui investigação sobre caso Casal Fischer

A principal linha de investigação da polícia que era de que a mulher ter assassinado o marido e depois cometer suicídio se confirmou

Polícia conclui investigação sobre caso Casal Fischer

A principal linha de investigação da polícia que era de que a mulher ter assassinado o marido e depois cometer suicídio se confirmou

O delegado Ismael Gustavo Jacobus encerrou o inquérito policial que investigava a morte de Arlete Fischer, 60 anos, e Norival Fischer, 63 anos, mortos no dia 10 de agosto. A principal linha de investigação da polícia que era de que a mulher ter assassinado o marido e depois cometer suicídio se confirmou. “A perícia foi toda feita e não vi indício nenhum que indiquem a participação de uma terceira pessoa. Ao que parece, ela matou o marido e se matou horas depois”, diz.

Várias provas colhidas pelo IGP no local do crime corroboram com esta tese. Um dos elementos mais fortes é a diferença de várias horas entre as duas mortes, disse Jacobus em matéria veiculada em 3 de setembro. “Isso foi comprovado pela rigidez dos dois corpos. A Arlete morreu depois do Norival”. A arma utilizada para cometer o crime foi uma espingarda calibre 22 com silenciador.

Segundo a investigação, Arlete estava com problemas conjugais e decidiu que teria de acabar com aquilo. Ela pegou a arma e atirou uma vez em Norival enquanto ele dormia. Depois, ela escreveu um bilhete contando sobre a situação em tom depressivo e matou-se com um tiro. “Como ela não alcançava com o braço, ela utilizou um dos pés para apertar o gatilho”, diz Jacobus. A trajetória dos projéteis e a disposição dos objetos e dos corpos comprovam esta tese.

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