Por falta de interessados, cargos de médico e dentista estão vagos em Brusque

Prefeitura estuda divulgar processos seletivos também em outros estados

Por falta de interessados, cargos de médico e dentista estão vagos em Brusque

Prefeitura estuda divulgar processos seletivos também em outros estados

A Secretaria de Saúde já fez três processos seletivos na tentativa de contratar um dentista para oferta de tratamento especializado aos pacientes, mas ainda não conseguiu preencher a vaga.

Os poucos interessados que apareceram não preenchiam os requisitos básicos de qualificação para exercer o cargo. De acordo com o secretário de Saúde, Humberto Fornari, não há problema financeiro para realizar a contratação, e sim uma generalizada falta de profissionais em Santa Catarina.

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Para tentar encontrar um dentista, o governo estuda expandir a divulgação dos processos seletivos, hoje restrita a Santa Catarina, para outros estados, como Paraná e São Paulo.

O mesmo problema está sendo enfrentado para preencher o cargo de médico pneumologista, única especialidade com ausência de profissional na Secretaria de Saúde, para o qual processos seletivos foram abertos e encerrados sem sucesso.

Há cerca de 60 dias, segundo Fornari, uma médica foi qualificada para o cargo, mas assinou uma carta de desistência antes mesmo de iniciar o trabalho, o que fez com que a prefeitura voltasse à estaca zero.

Falta de agentes comunitários
Outra função em que a prefeitura está com falta de profissionais é a de agente comunitário de saúde (ACS). Até o ano passado havia um déficit de 120 profissionais, de acordo com aquilo que é estipulado como ideal pela legislação nacional.

Porém, conforme a Secretaria, uma reformulação recente na Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) permitirá à prefeitura fazer menos contratações.

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Isso porque, até então, era obrigatória a presença de um agente de saúde a cada 700 pessoas, independente do bairro ou região. A nova PNAB, porém, mantém essa exigência somente para as zonas consideradas vulneráveis. Tratam-se de locais, por exemplo, com índices maiores de violência e problemas sociais.

Com a modificação, a demanda de contratação de agentes comunitários caiu para 50, de acordo com o secretário Humberto Fornari. Essas contratações, porém, esbarram na limitação financeira da prefeitura, e devem ocorrer até o final do mandato, em 2020.

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