PPS disputará pleito de outubro com dois nomes em Brusque

Empresário e ex-vereador são a aposta do partido para emplacar representantes no Parlamento

PPS disputará pleito de outubro com dois nomes em Brusque

Empresário e ex-vereador são a aposta do partido para emplacar representantes no Parlamento

No congresso estadual do PPS catarinense, realizado no início do mês em Balneário Camboriú, o diretório de Brusque anunciou o lançamento de duas pré-candidaturas para as eleições de outubro: o empresário Michel Belli como candidato a deputado federal; e o ex-vereador Guilherme Marchewsky como candidato a deputado estadual.

Os nomes, aprovados pelo partido em Brusque, ainda precisam ser referendados na convenção do partido em SC. Belli é empresário e recentemente desligou-se do comando da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Brusque.

Sua única experiência em cargo público foi em 2015, quando foi nomeado superintendente da Fundação Cultural de Brusque pelo prefeito interino Roberto Prudêncio Neto (PSD). Foi filiado ao PSB do prefeito Jonas Paegle por alguns meses, até assinar com o PPS.

“Vou levantar a bandeira do que eu faço há aproximadamente 12 anos, que é o associativismo, o voluntariado”, diz, referindo-se aos cargos que ocupou também na Associação Empresarial e na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae).

Segundo Belli, sua candidatura busca desvencilhar-se da imagem de político que busca o poder em benefício próprio. “Dá para fazer muito pela sociedade, isso que me motivou a entrar para a vida pública, levantar essa bandeira”.

Belli diz que o número grande de candidaturas que se avizinha na região de Brusque é reflexo do momento político que se vive, nos quais as pessoas têm acreditado pouco nos políticos tradicionais.

“O momento está propício para isso, assim como me motivou a entrar, motiva mais pessoa a colocarem seu nome à disposição”, opina.

Marchewsky, por sua vez, tem mais bagagem política. Professor, foi eleito como o vereador mais votado em Brusque na eleição de 2012, pelo PMDB. Próximo ao fim do mandato, era o nome mais bem avaliado do partido, segundo pesquisas publicadas por O Município, para concorrer à prefeitura. Mas declinou. Inclusive, da filiação partidária.

“Me afastei porque não queria mais concorrer com o PMDB, e procurei uma sigla que converge com meus ideais. No PPS eu encontrei isso. As pessoas estão pedindo nomes novos, então penso que posso servir”, diz.

Ele chegou a anunciar que abandonaria a política e, de fato, não concorreu no pleito de 2016. Depois de um tempo, refletiu e decidiu pelo retorno. “Percebi que era necessário continuar, as pessoas começaram a me incentivar a continuar na política”.

Além dos dois nomes, o congresso estadual do PPS também estabeleceu a possibilidade de lançar a candidatura da deputada federal Carmen Zanotto ao governo do estado.

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