Prefeitura concederá incentivos fiscais para cinco empresas ampliarem suas produções

Benefícios foram aprovados durante reunião da comissão que avalia os pedidos

  • Por Bárbara Sales
  • 6:30
  • Atualizado às 10:41

Prefeitura concederá incentivos fiscais para cinco empresas ampliarem suas produções

Benefícios foram aprovados durante reunião da comissão que avalia os pedidos

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A comissão que avalia os incentivos dados pela Prefeitura de Brusque a empresas do município se reuniu, pela primeira vez nesta gestão, no início do mês para avaliar as solicitações de algumas empresas.

Formada por representantes da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Secretaria da Fazenda, Procuradoria, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Centro Universitário de Brusque (Unifebe), Associação Empresarial de Brusque (Acibr) e sindicatos, a comissão avaliou os projetos de cinco empresas que pretendem expandir sua produção.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico, João Beuting, 90% dos projetos avaliados eram de 2015 e 2016 que acabaram ficando paralisados. As empresas Ramatex, ZM, RVB Malhas, ABI Administradora e Unifios tiveram suas solicitações aprovadas e devem receber incentivos fiscais da prefeitura para novos projetos, como isenção de IPTU, taxas e alvarás.

“Pedimos que as empresas apresentassem o que faltava para que pudéssemos homologar e conceder os incentivos fiscais. A maioria aguarda esses benefícios para dar início às obras de ampliação de seus parques fabris”, diz o secretário.

Beuting ressalta que a secretaria de Desenvolvimento Econômico está analisando alguns imóveis que estão na área industrial da cidade, no bairro Limeira Alta, e que estão em situação irregular. “Temos umas sete empresas irregulares. A prefeitura doou terreno, a empresa está instalada, mas não foi feita a escritura. Solicitamos à Procuradoria que faça uma análise desses imóveis para que possamos deixar tudo regularizado”.

Ele também destaca o caso de empresas que começaram a construir suas sedes, mas não concluíram. “Vamos avaliar para ver o que podemos fazer nestes casos, para que as construções sejam concluídas e as empresas comecem a operar”.

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