Prefeitura de Guabiruba pretende assumir serviço de coleta de lixo em 2019

Operação será viabilizada por meio do Cimvi

Prefeitura de Guabiruba pretende assumir serviço de coleta de lixo em 2019

Operação será viabilizada por meio do Cimvi

A Prefeitura de Guabiruba pretende assumir o serviço de coleta seletiva e de lixo comum em 2019. O município passará a integrar o Consórcio Intermunicipal do Vale do Itajaí (Cimvi) a partir do ano que vem para viabilizar a operação.

Atualmente, o serviço de coleta de lixo é operado pela Recicle Catarinense, com base em um contrato emergencial que tem duração até 31 de janeiro próximo. A coleta seletiva ainda não existe no município.

De acordo com o chefe de gabinete Edimar Albino, a prefeitura já fez as contas e não pretende conceder o serviço de novo. “Identificamos a possibilidade de o município realizar”.

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A intenção da prefeitura é assumir o trabalho, e para isso o Cimvi será fundamental. Segundo Albino, o município irá aderir ao consórcio a partir de janeiro. Desta forma, o resíduo recolhido na cidade poderá ser destinado para o Aterro Sanitário da entidade, que fica em Timbó.

A contratação da empresa que fará a coleta dentro de Guabiruba também será feita por meio do Cimvi. O consórcio licitará este serviço compartilhadamente para todos os municípios que fazem parte dele.

Segundo Albino, desta forma, o serviço ficará mais barato do que se fosse feita uma licitação só para a cidade. “Nesta modalidade, contempla-se não só o lixo, a coleta seletiva também”.

Além de aderir ao Cimvi, a prefeitura também terá de realizar algumas ações de sua parte. O município terá de construir uma estação de transbordo.

A estação funciona como um meio-caminho entre o Aterro e as casas das pessoas. Os caminhões coletam o lixo, levam para a estação e dali outros caminhões transportam tudo para o local correto em Timbó.

A prefeitura está estudando onde será construída a estação. Há um terreno em vista, mas ainda não está definido. Não há estimativa de quanto será necessário investir, de acordo com Albino.

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O município poderá prorrogar o contrato emergencial para depois de janeiro. Segundo o chefe de gabinete, para que o município assuma, é preciso que esteja tudo solucionado: adesão ao Cimvi, licitação do consórcio para o serviço de coleta e construção da estação.

Se isso não estiver em ordem até 31 de janeiro, quando vence o contrato vigente, a prefeitura assinará uma prorrogação. Posteriormente, assumirá o serviço totalmente.

Neste modelo, o município somente fará a cobrança do usuário. Ao assumir o serviço, a prefeitura se responsabiliza, inclusive, sobre investimentos necessários futuramente.